A Primeira Impressão

Anastácia e duas amigas conheceram um homem muito rico e poderoso no shopping. Ela não gostou dele à primeira impressão, mas será que ela vai gostar depois?
A Primeira Impressão
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Alguma vez você já conheceu alguém que, no primeiro momento, achou uma pessoa completamente dispensável, mas depois de algumas horas mudou completamente sua opinião? Por isso que eu não acredito no ditado que diz que a primeira impressão é a que fica.

Fui almoçar no shopping com minhas amigas, como toda a quarta-feira. Para variar, a praça de alimentação estava muito cheia na hora do almoço. Ainda me pergunto porque voltamos toda semana. Escolhemos uma franquia de restaurantes árabes e, enquanto eu pegava meu prato, Carla e Ju já procuravam lugar.

Encontraram uma mesa de quatro lugares. Havia um sujeito engomadinho, de aproximadamente uns 38 anos, que nos ofereceu a mesa, desde que não nos preocupássemos com sua companhia. Um homem de presença, não posso negar, mas muito metido. Deu para perceber o quão nojento ele era em suas primeiras palavras.

Não tínhamos muitas opções a não ser conversar com ele. Seu nome é Cristiano. Segundo disse, trabalha em uma empresa da região, nem me liguei em que tipo de empresa, mas tenho certeza que ele mencionou. Ele não perdia uma única oportunidade para se exibir.

A Ju estava completamente caidinha por ele. E, como se já não fosse suficiente contar vantagem em tudo, ele elogiou seu sorriso. Que sujeitinho babaca. Eu fiquei quieta quase o almoço inteiro.

Quando todos terminaram, ele nos convidou para jantarmos com ele no mesmo dia, ali, também no mesmo shopping. Ambas aceitaram, a Ju com muita empolgação. Eu aceitei também. Por educação, não queria mais me encontrar com ele.

Tive que ouvir as duas conversando sobre ele nas seis horas seguintes de trabalho. Tentei de todas as formas convencê-las de desistir desse jantar. O quão patético isso soa? Um sujeito daquele calibre e metido como tal jantando com três garotas do mais baixo escalão trabalhístico de nossa região (que é uma região bem nobre). Não tinha dúvidas de que estava apenas sendo cafajeste.

Não teve jeito, tive que acompanhá-las no jantar.

Ao entrar no shopping, a mãe de Carla ligou e pediu para que ela voltasse logo para casa. A Ju insistiu para que ela ficasse, já que eu estava sendo muito pessimista. Ela foi embora triste por não poder ver o ricaço novamente. E eu ficava cada vez mais nervosa.

Juliana é a mais nova de nós três, e talvez seja esse o motivo de sua empolgação crônica. Fica empolgada com qualquer coisa. Ela também é bem extrema, ou gosta muito de algo ou odeia. Ela é muito intensa. Além do mais, seus 20 anos ainda enganam, ela parece ter menos. Eu, apesar dos 25 anos, me considero bem mais madura. Meu nome também colabora, Anastácia.

Fomos Ju e eu ao encontro do engravatado de cavanhaque e porte físico excelente na praça de alimentação. É claro que ele não estava lá. Ficamos sem saber o que fazer. Continuar procurando Cristiano? Esperar um pouco para ver se ele realmente viria? Pegar nosso prato e simplesmente jantar? Ou desistir e ir embora? Eu, particularmente, torcia pela última opção.

Ao seguir em direção ao mesmo restaurante árabe, encontramos o homem pagando sua comida. Que idiota! Não ia nem nos esperar. Ele nos viu e sorriu.

Pegamos nossos pratos e fomos para a mesa. De cara, perguntou onde estava Carla. E me surpreendeu ao lembrar todos os nossos nomes.

Ju não tirava os olhos dele nenhum momento. Seus olhos estavam brilhando. Claramente estava apaixonada. Adolescentes. Tudo que fazem é se apaixonar, beber e usar drogas. Pelo menos as moças.

Depois de quase duas horas de conversa furada, piadinhas ruins – que eu tive que rir para não estragar o ambiente –, resolvemos ir embora. Cristiano nos ofereceu uma carona até o metrô. Ju mora um pouco longe, uns 40 minutos de trem. Para mim fica cômodo porque moro a alguns quarteirões daquela estação.

Evidentemente, o carro dele era muito caro. Não entendo nada de carros, mas consigo ao menos identificar quando se trata de um importado. Fui no banco de trás e Ju na frente, conversando com ele e marcando um outro almoço para o próximo dia.

Ao chegar, ela perguntou a ele se não se importaria de me deixar em casa, já que eu moro perto. Como ela pôde fazer isso? Era tudo que eu menos queria. Não via a hora de deixar a companhia desse malandro.

Ele disse que sim. Nos despedimos de Ju e eu fui para o banco da frente. Ele começou me perguntando por que eu sou tão calada. O que eu podia dizer? Disse que era meu jeito. Inesperadamente, ele disse que tinha gostado do meu jeito, assim quieta. Agradeci o elogio e lhe expliquei o trajeto para minha casa, que ele completava muito lentamente.

Fiquei nervosa. Ele parou o carro, me olhou e disse para eu não ter medo, que ele não era tão ruim quanto eu pensava. Como ele notou que o problema era ele?

Depois de alguns segundos altamente constrangedores olhando nos meus olhos, ele riu e disse que achava que eu não tinha gostado dele. Tentei convencê-lo de que isso não era verdade, que era apenas meu jeito. E então me peguei o elogiando e rindo. Trocamos olhares novamente e ele acariciou meu rosto.

Quanto atrevimento. Mas eu estava confortável e acabei gostando muito daquilo.

Ele voltou a andar e entrou no posto de gasolina da esquina. Pediu para encher o tanque e começou a falar que a maioria das mulheres só se aproximam dele por ele ser rico. Não conseguiu me encarar e então abaixou o olhar. Achei aquilo tão sincero e me senti bem. Disse que um dia ele encontraria a mulher certa que mudaria a sua vida. Nem me dei conta de como isso é clichê e estúpido.

Ele saiu do carro para ir pagar o combustível e passou na lojinha de conveniência. Ainda não tinha conseguido assimilar tudo que estava acontecendo. À primeira impressão achara o cara um canalha, mas estava começando a me identificar com ele.

Quando ele voltou, veio direto na janela do passageiro, que estava aberta, se abaixou, atravessou sua mão pela minha nuca e me beijou. Foram alguns segundos extremamente confusos.

Ele entrou no carro sem falar nada. Saímos de lá e eu não conseguia falar nada. Estava atônita. Percebi que ele seguiu um caminho diferente, mas não me preocupei. Queria saber onde isso iria dar.

Entramos no estacionamento de um prédio, onde julgo ser sua casa. Ali mesmo ele me puxou e nos beijamos. Com muita dificuldade, passamos para o banco de trás. No meio da confusão, senti seu membro duro.

Sua mão forte não tinha escrúpulos ao pegar nas minhas coxas. Minha calça jeans apertada não dava conta de amortecer tamanha pressão. Com a mão esquerda ele formou uma mecha grande de cabelo e puxou com força. Soltei um gemido. Senti sua barba raspando em meu pescoço ao mesmo tempo que sentia o ar quente exalando de suas narinas com certa rapidez e constância e o úmido de sua língua a provar minha pele branca e macia.

Estava completamente excitada. Jamais participei de qualquer situação parecida. De fato, fazia mais de um ano que não transava. Já sentia minha calcinha encharcada.

Afroxei sua gravata e comecei a desabotoar sua camisa. Vi seu peitoral forte e fui passando minha mão enroscando em seus pelos pretos. Estava sentindo muito tesão.

Ele desabotoou minha calça com violência, abaixou junto com a calcinha e me deixou ajoelhada no banco, apoiada com o peito no encosto e de costas para ele. Uma de suas mãos apertava meu seio enquanto a outra apertava meu pescoço, subindo um dedo pelo meu queixo. Senti seu corpo forte fazendo pressão contra minhas costas.

Ele então puxou seu pau para fora e pude sentir aquele volume circundando minhas nádegas. A mesma mão dele foi diretamente na minha buceta. Fez um movimento circular, espalhando todo meu suco. Trouxe os dedos molhados à minha boca e eu lambi meu próprio sabor com vontade. Depois de lamber seus dedos grossos, ele espalhou minha saliva em seu pau e o ajeitou dentro de mim.

Enquanto bombava com força na minha buceta, massageava meu clitóris com força. Fazia o gesto de uma pinça puxando e segurando meu grelo. A outra mão ainda fazendo força em meu pescoço, como se quisesse me enforcar. Até que em um momento ele tirou o pau num movimento brusco e puxou meu clitóris com força que começou a doer. Então falou no meu ouvido que eu não deveria contar aquilo a ninguém. Nem à minha melhor amiga.

Fiquei assustada. Sua mão direita tampava minha boca, então não conseguia falar nada. Fiquei por um momento paralisada, mas fiz um gesto afirmativo, que ninguém saberia disso. Ele então colocou o pau com muita força e eu tive que soltar um grito alto.

Colocou três dedos na minha boca, segurando meu maxilar com muta força e pediu para que eu chupasse seus dedos. Ouvi um tapa muito alto e só no momento seguinte percebi que havia sido na minha bunda. Quando a dor veio, foi na verdade uma explosão de prazer. Gozei na mesma hora.

Ele percebeu pelo meu grito e então intensificou o ritmo de metida. Eu estava extasiada. Nunca tivera tido tanto prazer na minha vida inteira. Meu quadril fazia movimentos involuntários e eu estava gritando. Ele esfregava meu clitóris com muita violência. Percebi que eu estava ejaculando. Molhei toda a mão dele e o banco do carro, mas ele não ligou.

Depois de alguns segundos ele gritou muito alto. Puxou meu cabelo com violência e tirou o pau de dentro de mim. Bateu ele com força na minha bunda e senti seu leite quente nas minhas nádegas, com muita pressão.

Ele sentou do lado e eu não sabia o que fazer. Não queria sujar mais ainda seu banco. Puxei minha calcinha para cima e com ela mesmo limpei toda a porra. Coloquei minha calça e relaxei no banco junto com ele. Cristiano ainda não se mexia e só olhava pra cima, sério.

Depois de alguns minutos de silêncio, ele disse que me deixaria em casa. Arrumou-se, passou para frente saiu do estacionamento para rua. Eu fiquei ali atrás mesmo. Estava constrangida. É estranho como tudo isso aconteceu.

Ele me deixou em casa sem dizer muitas coisas. Não deixou contato nem nada. Tudo que sei é que se chama Cristiano, tem um carrão e que aparentemente marcou outro almoço com a Ju. Constatei que ele é exatamente tudo aquilo que pensei. Mas pior ainda, pois ele conseguiu aquilo queria.

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