Meu primo tirou meu cabacinho

Meu primo tirou meu cabacinho

Desde pequena eu e meu primo tinhamos um certo “chega mais”. Vira e mexe pegavam a gente brincando de médico no banheiro ou no salão de festas da casa da minha vó. Aos 14 anos fui morar com minha tia, mãe desse primo. Minha tia era muito rígida e ele por ser 6 anos mais velho que eu, já tinha namorada e uma vida normal de qualquer jovem dessa idade. Sempre que minha tia saía, eu ia junto com ela, nunca nada que pudesse sequer lembrar os fatos ocorridos na nossa infancia.

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Chupei minha amiga e foi bom

Chupei minha amiga

Minha primeira vez foi com uma amiga e foi muito bom. Nós estudávamos juntas desde o primário e quando chegamos no ensino médio, começamos a nos descobrir. Fomos fazer um trabalho em minha casa e estava muito quente. Eu vestia apenas uma lingerie quando ela chegou. Conversamos e estudamos um pouco até que minha amiga resolveu se despir também.

Como ela era linda. Comecei a perguntar se ela se masturbava e conhecia mais do seu corpo. Minha amiga disse que sim, e começou a me mostrar bem ali na minha frente. Aquilo me deixou completamente excitada, então ela me disse – Vem, me chupa – Fiquei tímida, mas quando coloquei a boca nela e a senti tão molhada, amei. Trocamos carinhos e gozei muito. Minha amiga gozou também. Lembro como era gostoso ouvir ela gemer daquele jeito tão delicado. Até hoje eu e minha amiga recordamos isso e matamos a saudade de vez em quando.

O capitão e a alemã

O capitão e a alemã

Eu e meu marido estávamos viajando para o Brasil. Éramos alemães e fugíamos da guerra. Três noites atrás esse estranho conseguiu me seduzir e eu me tornei dependente de sua rolona. O Capitão do Navio.

Para não correr risco, o Capitão me ensinou por onde eu deveria fugir e ir para tal lugar, aonde meu maridinho iria me achar sem desconfiar de nada. E assim aconteceu. Passaram-se dois dias em que o Capitão tentou de tudo, discretamente é claro, para me ter de novo. Eu me sentia apática a esses avanços, embora minha natureza ninfomaníaca já fosse despertada. Eu me segurava o máximo para não correr nenhum risco que fosse destruir meu casamento, e ainda mais naqueles anos 40. Eu não queria o Capitão de carne e osso, eu queria a situação, o inusitado, o proibido, o bizarro!

Assim comecei a ficar febril quando pensava nos dois homossexuais que eu vira transando no convés nas primeiras noites navegadas. Numa das visitas freqüentes que eu e meu corninho fazíamos ao camarote do Capitão para conversarmos, embora eu servisse de interprete o tempo todo, já que meu maridinho não falava inglês, ele implorava para que eu fosse dele uma vez mais. Isso tudo era falado sem subterfúgios, mas sem demonstrações sentimentais para que meu corno marido não pudesse desconfiar. Era realmente engraçado. Eu conversava em querer chupar duas rolas ao mesmo tempo, em ser o recheio de um sanduíche sexual. O capitão dizendo que ansiava em chupar minha xana, saborear com a língua meu cuzinho e deslizar sua piroca nele! Enquanto eu me virava pró corninho e lhe dizia que o clima no Brasil nesta época do ano era bastante úmido, etc, etc…!!

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Tocada pela música

Tocada pela música

Em vários momentos de nossas vidas somos surpreendidos por uma vontade louca de fazer algo errado e proibido. Lutamos contra essa vontade. Não podemos nos entregar. É arriscado e existem conseqüências com as quais não podemos ou não queremos lidar. Porém, um belo dia você acha que sua vida está calma demais você resolve arriscar para ver o que acontece. Eis aqui a forma como me deixei ser nocauteada.

Amante de música desde criança – porém sem dom para tocar ou cantar coisa alguma – sempre me permiti deixar ser levada pela agradável sensação de prazer que um bom som pode proporcionar. Música me relaxa, me estimula, me faz concentrar e manter o foco, me anima, me faz chorar, me faz sorrir, me faz sentir saudades, me excita… Um traço pessoal meu é esgotar uma música quando gosto dela. É ouvi-la repetidas vezes durante o dia, dia após dia. Muitos me perguntam como eu agüento sem enjoar. Eu não enjôo porque eu não “engulo” música, eu “degusto” música – vagarosamente. Eu me delicio com cada instrumento, cada batida, a voz, a melodia… Tudo isso, perfeitamente harmonizado, é o que me prende de cara e faz com que eu queira voltar e esmiuçar a música e buscar sentir prazeres diferentes a cada vez que eu escuto.

Tive um período de “calmaria musical” que findou recentemente. Num momento de tensão e pressão no trabalho, onde me vi forçada e produzir num passo mais acelerado, meu recurso era isolar-me em meu escritório com meus fones de ouvido e trabalhar sendo estimulada pelo som sexy do meu instrumento favorito em versões personalizadas de minhas músicas favoritas postadas em vídeos na internet. Sempre funcionava conforme o esperado: eu montava uma playlist, deixava tocando, e me concentrava nas minhas tarefas. Até que um belo dia, num momento de descontração em que eu explorava algumas recomendações musicais, ele me chamou a atenção. Ele, músico misterioso que não mostrava o rosto, mas que prendeu meus olhos e ouvidos com aquela forma suave e natural com a qual tocava aquele instrumento, sobre o qual detinha perfeito e total domínio. Admirável!

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Basta um beijo

Basta um Beijo

Basta um beijo. Um encostar de lábios para que o meu sangue comece a ferver. Eu sinto o calor subindo pelas minhas pernas e dominando o meu corpo, girando pela cintura, circulando os seios ouriçados. Descendo lentamente pelo ventre até explodir em tesão. Incontido e urgente, suas mãos se acomodam entre as minhas pernas e sinto um aperto forte; Mãos fortes de homem. Aqueles dedos me tocam e me fazem arrepiar. Com minha calcinha molhada te vejo me olhar com um semblante de tesão! Ah, como eu adoro esse semblante!

O beijo está maravilhoso demais para não terminarmos nos deleitando com prazer em nossa cama. Qualquer momento é perfeito para transar com você. Me joga na cama e vem por cima de mim, passa a sua barba no meu pescoço. Você está tão quente.

Seu beijo com essa boca faminta pelo meu corpo. Beije e chupe os meus seios, são seus feitos à medida exata de tua mão. Passe a sua barba entre eles e na minha cintura, passe suas mãos pelo meu corpo todo, das coxas até os seios. Beije a minha cintura, minha barriga e me chupe. Só você sabe me chupar com tanta vontade e me dar tanto prazer, dê esse beijo em minhas coxas e me faça sua mulher.

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História verídica contada pela leitora G.R..

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Professor de Biologia

Professor de Biologia

Tudo começou quando eu estava fazendo cursinho pré vestibular. Tinha 18 anos. Professores novos e dentre os 10 que tinha, um me chamou a atenção. Julio é o nome dele. Professor de biologia, ele era alto, forte, moreno, tinha um charme juntamente com um sorriso maravilhoso, me lembrava um ex-namorado que eu tive há uns 3 anos atrás. Me apaixonei de cara. Ele tinha 31 anos, divorciado e com dois filhos pequenos. Era super simpático e tratava todos os alunos com atenção e carinho. Eu odiava biologia, mas depois que o Julio cruzou meu caminho, mudei totalmente meus conceitos com a matéria. O tempo foi passando e ele despertando cada vez mais uma paixão em mim. Até que tomei uma decisão totalmente inesperada e durante uma das aulas perguntei:

-Professor, como é a faculdade de biologia? Tem que dissecar cadáver?

-É muito boa e interessante. Lá você entende tudo o que acontece com você, dentro de você e ao redor de você. E bem, depende muito da instituição de ensino. Por exemplo, onde eu fiz minha graduação não foi necessário. Respondeu Julio com o maior profissionalismo possível.

-Que bom,estou querendo biologia.

-Mas você não queria engenharia química?

-Desisti. Biologia me despertou uma paixão maior. Você pode me explicar o processo de mitose? Não peguei bem.

-Claro minha linda,após a aula ficaremos aqui.

E nesses plantões extras de dúvidas e todo o carinho do Julio eu consegui passar para a federal do meu estado para biologia e voltei ao curso para agradecer ele, claro com segundas intenções, enquanto ele dizia:

-Marinaaaa, parabéns! Veio pagar meu chope?

Ele fazia uma brincadeira em que o aluno que passasse para a universidade voltaria lá e pagaria um chope para ele. Aproveitando isso voltei e bem provocante. Estava com um shortinho jeans apertadinho que valorizava meu bumbum,uma regata bem soltinha florida que mostrava bem a marca de biquíni, rasteirinha e óculos de sol. Cabelos pretos,lisos e na altura dos seios. Quando o vi fui logo respondendo:

-Mas é claro que sim professor. Ainda mais para biologia. Vamos ali na pizzaria?

-Vamos, vamos. Vou só entregar essa ata ali na coordenação.

Fomos tomar o chope. Conversamos,rimos,falamos besteiras e até que o que eu mais esperei aconteceu. Ele começou a me olhar diferente e me elogiar,me chamando de linda e de como fiquei bonita bronzeada. Aquilo me deu uma vontade de pular no colo dele e sentir o gosto daquela boca deslizando sobre meu pescoço,descendo pelos meus seios até chegar na boceta. Ele foi se aproximando e me deu um beijo, de arrepiar até onde não tinha pelos. Afastei-me e ele começou a se desculpar dizendo que não conseguiu mais me enxergar como aluna e sim como uma mulher linda que usou ele como inspiração para seguir carreira. Depois disso eu retribui o beijo. O clima esquentou até que ele me propôs que eu fosse para o apartamento dele que era perto dali. Chegando lá,ele voltou a me beijar e entramos no quarto dele. Era tudo bem montado,cama de casal e ar-condicionado. O beijo continuou forte,ele me deitou na cama e levantou minha blusa,beijando minha barriga até chegar nos seios. Tirou meu short e a blusa juntamente com o sutiã. Fiquei só de calcinha ( minúscula e fio dental),ele ficou louco de me ver peladinha e toda bronzeadinha de sol só pra ele. Começou a chupar meus peitos e desceu até a boceta,tirando a calcinha com a boca. Dizia que nunca tinha visto uma bocetinha tão linda como a minha. Chupou loucamente e me fez gozar somente com a língua. Quando ele tirou sua roupa fiquei completamente excitada com aquele cacete enorme, só conseguia pensar em chupar e metendo em mim. Estava com tanta vontade em dar que já pedi pra penetrar. Era um prazer indescritível sentir aquele pau entrando e saindo rapidamente.Gozei mais duas vezes, e ele apenas uma. Transamos em varias posições. Quando terminamos fomos tomar banho juntos e ele me levou em casa de carro. Antes de sair, falei:

-Adorei estudar métodos de reprodução com você professor.

Depois desse episódio saímos mais algumas vezes e acabamos namorando. Hoje estamos casados.

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História verídica contada pela leitora Bióloga por acaso.

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