Brincando com o Estetoscópio

Brincando com o Estetoscópio
Brincando com o Estetoscópio
41 votos

Olá, meu nome é Paulo e tenho 32 anos. Sou médico, clínico geral e vou contar uma história muito excitante que aconteceu comigo e uma paciente semanas atrás. Era mais um dia de consultas rotineiras com os pacientes até a hora do almoço.

– Um beijo doce e cuide-se bem! – Eu disse para a mulher que saia da minha sala, onde eu a acompanhei até o batente, com uma prancheta em mãos procurando pelo próximo nome para chamar na lista. Layla é um nome que, particularmente, acho muito atraente e peculiar e foi este que chamei.

Olhava atentamente para a recepção, na esperança de que alguém pudesse se manifestar. Após longos segundos de espera uma mulher se levantou.

Tinha por volta de uns 1,72m. Aparentava ter 23 anos de idade. Seus cabelos eram curtos na altura do pescoço, muito bem aparados com um corte chanel e franja, castanhos escuros e delicados. Destacava o rosto de queixo fino e sexy da mulher. Era magra, mas tinha os seios redondos e bem empinados. Um quadril largo que rebolava de maneira convidativa enquanto ela caminhava em minha direção e fazia o vestido marcar todas as suas curvas pelo tecido. Usava também um salto alto que dava a ela alguns centímetros a mais. Recebi o seu sorriso de muito bom agrado e sussurrei um: “Bom dia, Layla” enquanto ela passava por mim e deixava aquele cheiro de mulher delicioso no ar. Fechei a porta atrás de nós e então coloquei a prancheta junto ao peito enquanto a olhava. Estava sentada de costas para mim, na cadeira que ficava de frente para a mesa. Reencostei nesta e então sorri, mordendo a tampa da caneta.

– Aqui na sua ficha fala pouco sobre os seus sintomas, Layla. Como tem se sentido? O que acha que está estranho com você? Alguma dor? Algum lugar específico? – Parecia difícil para Layla prender os seus olhos sobre os meus. Desviava, procurava sempre focar em qualquer outra coisa, mas não em mim.

Foi assim que a consulta se seguiu, lentamente, enquanto ela respondia – Doutor, eu não sei o que têm acontecido comigo. Me sinto muito estranha. É como um calor grande no estômago e depois se espalha pelo corpo inteiro. É muito incômodo. O que eu posso fazer?

Sua voz era maravilhosa. Tinha um timbre perfeito, quase angelical. Mas os sintomas tornavam as coisas difícies. Nunca ouvira casos parecidos e aquele parecia bem distante de ser qualquer doença padrão, se é que fosse alguma doença.

– Bom… acho que vou ter que fazer alguns exames com você e talvez tentar diagnosticar algo. Será que poderia se sentar ali na maca? – Foi quando apontei para a parede lateral na sala. Havia uma maca e Layla sentou-se devagar, fazendo questão de subir pela escadinha de apoio e deixar sua bunda bem empinada. Percebi que ela não usava calcinha, pois o tecido não marcava as nádegas com seus movimentos. Foi uma cena extremamente excitante que me deixou com o coração acelerado. Depois que ela se sentou e se acomodou me direcionei para atrás da mulher e então encostei o estetoscópio gelado sobre a sua pele. Pude ver ela contorcer-se, lentamente, com o objeto gélido e sorrir em seguida, como em satisfação. Ouvi sua respiração por alguns segundos e concluí que tudo estava correto.

– Layla, tudo parece estar certo com sua respiração – disse, enquanto removia o aparelho dali e esperava por alguma manifestação dela.

A moça simplesmente colocou uma de suas mãos atrás da nuca e puxou o cabelo para frente, deixando sobre um dos ombros e expondo a sua pele branca.

– Doutor, eu acho que você precisa ir um pouco mais fundo. – Repousou seus olhos em mim em pura luxúria e então mordiscou o lábio inferior de sua boca. Aquilo me fez deixar a sensatez de lado. Quando levei, novamente, o aparelho sobre o corpo da jovem, direcionei para um de seus seios e o esfreguei sobre o seu mamilo. Layla estava sem sutiã. Os seus biquinhos estavam rijos, durinhos, pude senti-los como se estivesse tocando.

Aquilo pareceu como uma explosão de prazer para ela. Arfou de prazer e se remexeu sobre a maca. Deixou escapar um gemido fino entre os lábios e uma de suas mãos segurou a minha, me obrigando a fazer movimentos circulares com o objeto sobre o seu mamilo, enquanto a sua outra mão livre percorria minha perna, atrás dela e me apertava, acariciando. Não demorou muito para ela alcançar o volume do meu pau sob a calça e apertar, como uma vadia.

Naquele momento o meu corpo pedia por mais. Reencostei o corpo sobre o corpo de Layla e minha mão agarrou o seu outro seio. Acariciava ele em movimentos circulares contrários aos que fazia com o objeto gelado sobre o outro. Apertava o seu mamilo entre os dedos, puxava ele devagar para frente sobre a sua pele. Colocava a boca em sua nuca e mordia ali devagar e deixei as palavras tomarem conta de mim:

– Layla, a única solução para o seu problema neste momento é uma vacina de rola muito bem aplicada. – E com isso a mulher se rendeu ao prazer. Sua mão acariciava o meu pau com muito mais ardor e vontade. Parecia tomada pelo desejo.

– Então aplica, Doutor. Com muita força em mim. Vem. – Sua mão continuava acariciando o meu pau sobre a calça, mas já buscava se livrar do meu cinto, escondido pelo jaleco, assim como o botão. Quando o fez, agarrou o membro com tanta firmeza em sua mão e começou a esfregar a palma sobre ele, de cima para baixo, em movimentos contínuos e deliciosos.

Layla se virou na maca e ficou de frente para mim. Suas pernas já estava bem abertas e fazia o vestido subir até a cintura. Estive certo sobre o meu palpite de que estava sem calcinha e agora exibia aquela sua bucetinha carnuda com os lábios bem rosados e pedindo para serem fodidos, com muita força.

Ela não parava de punhetar o meu pau e fazia com uma maestria incrível, enquanto colocava a mão por dentro da minha camisa e acariciava os músculos do meu abdômen, deixando ali as marcas de suas unhas.

Fiquei entre as pernas dela, apoiando uma das minhas mãos sobre a sua cintura e apertando a sua pele quente. A outra mão levava os dedos contra o seu íntimo e masturbava ela na mesma intensidade com que fazia com meu pau. Sentia seus lábios vaginais molhados e sua buceta pulsando e sempre pedindo por mais.

– Doutor, não pare! Me castiga com a sua pica. Me dá a sua vacina, por favor – dizia Layla em súplica, sem pudor ou recendimento. Olhava fixadamente para os meus olhos implorando e puxava cada vez mais o meu corpo contra o dela.

Tive apenas que empurrá-la com carinho para que deitasse na maca, segurei firme as suas pernas ao redor da minha cintura e acariciei, amaciando os lábios da sua bucetinha e umedecendo a cabeça roliça do meu pau sobre aquele sexo quente e melado para que pudesse invadir ele de uma só vez.

Não tivemos preliminares. O desejo e a vontade era muito maior do que qualquer coisa naquele momento. Apenas pude sentir o meu pau entrando fundo e sem obstáculos para dentro dela. Escorregando e preenchendo ela por completo, enquanto Layla mordiscava os seus lábios, um contra o outro e fechava os olhos, ardendo em tesão.

Ela soltou um gemido baixo com um ar de satisfação. Afastou ainda mais as pernas e as prendeu ao redor da minha cintura. Segurou o meu quadril e empurrou com força contra ela.

– Me fode, doutor! Fode. – Só pude aceitar e obedecer os pedidos dela. Movimentava o quadril com entusiasmo e enterrava o meu pau dentro da buceta. Fazia isso devagar e com força. O barulho dos nossos corpos se encontrando era delicioso e parecia fazer ainda mais efeito sobre a moça.

Deitei meu corpo sobre o dela. Pude sentir o calor dos seus seios se esfregando sobre o meu peito e chupei o pescoço dela. Parecíamos dois animais transando sobre a minha maca. Cada vez mais colocava força e velocidade para foder a buceta dela e ouvi-la gemer.

Segurei seus cabelos com uma das mãos enquanto os puxava para trás fazendo ela reclinar a cabeça para trás. Chupava o seu pescoço e mordiscava o seu queixo, enquanto sussurrava próximo a orelha dela.

– Esse é o seu tratamento. Muita pica – e ao ouvir ela sorria, como se fosse tudo aquilo que mais precisasse para se sentir melhor.

Passamos longos minutos sobre a maca. Não mudamos de posição. Ela me obrigou a gozar e encher a sua buceta de porra.

Levantou com os cabelos embaraçados, recolheu suas roupas e se limpou para ir embora. Não me agradeceu pela consulta, apenas alisou o meu pau sobre a calça e rebolou com o quadril junto ao meu corpo antes de ir embora e deixou claro – Eu volto para continuarmos nosso tratamento.

Share Button
Brincando com o Estetoscópio
41 votos