A Grávida Deliciosa

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Sou Álvaro, e o que vou relatar aconteceu há cerca de um mês. Era uma quarta-feira e eu precisei ir ao banco. Ao chegar, peguei minha senha e sentei no banco de espera. Logo após sentou ao meu lado uma gestante de nome Joelma. Mais ou menos 4 ou 5 meses de gestação. Fui simpático, falei para ela usar o caixa preferencial, mas ela me respondeu que precisava falar com o gerente. Ela era uma morena de 1,65 de altura, cabelos pelos ombros, olhos amendoados, boca pequena, seios médios e bumbum arrebitado, de mais ou menos 25 aninhos.

Com ela sentada do meu lado, fui puxando assunto, falando do bebê e tal. Ela foi correspondendo, sorrindo, brincando, mas tudo com maior respeito, até que perguntei sobre o pai da criança. Vi suas feições mudarem e ganharem um ar de tristeza. A grávida respondeu que ele era um bom marido, mas tinha se afastado depois da gravidez. Foi o que bastou para eu começar a flertar comecei a elogiá-la, falar que ela era uma mulher muito bonita. Ela também foi me elogiando dizendo que adorava cavanhaque.

Sou mulato claro, altura mediana, 29 anos. Não sou saradão de academia, mas também não sou gordo. O banco estava cheio nesse dia e ficamos mais de meia hora conversando até que o gerente a chamou. Logo depois também o painel chamou meu número e por fim acabei terminando meu atendimento antes do dela. E como percebi que ela tava carente, fiquei esperando a hora que ela foi sair ofereci uma carona. Ela disse que infelizmente não podia aceitar porque já estava de carro, mas eu podia segui-la. Não entendi, mas concordei. Depois de uns 4km, ela parou numa rua de pouco movimento estacionei atrás fui até seu carro. Entrei pela porta do passageiro e, antes que ela pudesse dizer algo, fui beijando aquela boca com ferocidade. Ela me empurrou e disse que era perigoso. Eu respondi que era um perigo que valia a pena correr. Ela falou que o marido já não a procurava por causa da gravidez, então ela sugeriu irmos pra um lugar mais discreto. “Você está no comando”, respondi. Ela ligou o carro saímos.

Enquanto dirigia, eu alisava suas pernas já de pau duro. Ao chegarmos no motel, ela estacionou e começamos ali mesmo a nos beijar e nos amassar. Entramos no quarto e já estavávamos com tesão a mil. Ela foi tirando a roupa e se dirigindo para o chuveiro, exclamando “que loucura, que delicia”. Fui tirando minha roupa e a hora que entro no box, ela estalou os olhinhos na minha rola e comentou sobre o tamanho e o formato, falando que seu marido não era tão privilegiado. Correspondi dizendo que ela era ainda mais fantástica nua, e que eu ia adorar experimentar tudo aquilo. Já no box, depois de muito beijo na boca e de mamar naqueles seios, ela ergueu uma das pernas e comecei a chupar ali mesmo seu grelinho. Ela gemia dizendo que estava adorando e que fazia tempo que não era chupada tão gostoso. A posição ainda não era a mais favorável, então conduzi ela até a cama onde mergulhei naquela bucetinha chupando, lambendo, mordiscando até ouvir que ela ia gozar. Intensifiquei os movimentos e ela gozou pressionando minha cabeça.

Alguns segundos depois, ela já minimamente recomposta falou que era a minha vez e me pediu pra ficar em pé. Se ajoelhou e começou uma mamada daquelas deliciosas, cheia de teatralidade. Um pouco chupava, me masturbava, um pouco lambia minhas bolas, sempre me olhando com cara de inocente e perguntando se ela fazia gostoso. Eu respondia que ela tinha uma boca maravilhosa. E antes que não aguentasse, coloquei ela de quatro e metia a rola inteira de uma vez só. Ela soltou um gritinho, me xingou para em seguida pedir: “fode minha buceta, fode com força, me esfola inteira, seu cachorro”. Entre insultos e estímulos, ela avisou que ia gozar de novo deu uma rebolada. Pediu mais força e eu acabei não aguentando e gozando litros naquela bucetinha. Caímos acabados.

Depois de vários minutos abraçados conversando e trocando carinhos, meu corpo já dava sinais de recuperação. Ela percebeu e me chamou de tarado. Fomos para mais um banho e recomeçamos a nos amassar. Ao voltar pro quarto, ela pediu para eu parar. Obedeci mesmo sem entender. Ela foi até o carro, na sua bolsa pegou um hidratante ficou de quatro novamente na cama e me disse: “adivinha o que eu quero?”. Vocês leitores podem adivinhar? Lambuzei aquele cuzinho e fui colocando o dedo médio. Ela estava gemendo muito. Quando percebi que ela estava bem relaxada, coloquei uma camisinha e me posicionei atrás. Ao encostar a cabeça grossa ela recuou, pediu que fosse devagar, então eu tive muita calma. Com muito carinho fui forçando até que o rabinho cedeu e deixou entrar a cabeça. Ela soltou um grito, então perguntei se ela queria que parasse. Mas ela só dizia que não. “Quero que me arrombe, aquele corno não me dá rola, pois eu arranjo uma mais gostosa que a dele”, e com raiva, tesão e despeito ela falava: “bomba delicioso, arreganha meu cu; ai, meu rabinho tá ardendo, mas não para; soca inteiro”, e nesse ritmo fui bombando, até que ela começou a se masturbar e avisou que ia gozar novamente. Acelerei ainda mais o ritmo e explodi num orgasmo cavalar. Foi um dia inesquecível. Mas como o risco era muito grande, eu e ela optamos por nem trocar telefones, com medo que o desejo ganhasse sempre do bom senso. Nunca mais a vi, mas guardo suas lembranças para sempre.

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Relato escrito pelo nosso leitor D!Ponta Grossa. Ele deixou uma mensagem para todos vocês leitores:

Bom, se vc gostou do meu conto e principalmente se quer conhecer um homem safado, educado, para uma boa amizade ou quem sabe algo mais (somente mulheres ou casais), me contate choj2012@bol.com.br. Sou de Ponta Grossa – PR.

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