Aventura com o Professor do Cursinho

Aventuras com o Professor do Cursinho
Aventura com o Professor do Cursinho
5 votos

Meu nome é Ana Julia, tenho 19 anos. Namoro há três anos, e há um ano morando junto. Neste ano comecei a fazer cursinho pré-vestibular em uma das escolas mais renomadas da cidade. Todos os professores são novos, o que jamais imaginaria, mas é legal. Enfim, foi se passando os períodos, e mais professores novinhos e gatinhos foram aparecendo. Tenho um professor de geografia, novo, gato e separado – ou seja, solteiro. Ele é super descolado, brinca, conversa, descontrai mas sempre dando sua aula normal.

Uma bela sexta-feira, eu sempre ia de moto para as aulas, tive que ir de ônibus por estar sem opção, pois minha moto e o carro do meu namorado estavam com problema. O inesperado aconteceu, choveu. Fiquei morrendo de raiva, porque justo aquele dia que ia sair mais cedo. Na hora de ir embora, tive que enfrentar a chuva. Não achei tão ruim assim, pois precisava lavar a alma. Quando eu estava já molhada, virando a esquina da escola, parou do meu lado uma carro preto, abaixou o vidro e disse: “o que aconteceu? Tá de pé hoje? Entra aí, que te dou uma carona”. Adivinha quem era. O gatinho do professor de geografia. Eu, sem pensar duas vezes, entrei no carro, e já entrei me desculpando: “Ai, me desculpa, vou molhar todo o seu carro, pode me deixar ali na avenida pra eu pegar o ônibus. Minha moto quebrou, estou sem carro esses dias”. Não sabia o que fazer, e olhei pra ele, quando percebi ele estava com um ar de riso. Não me aguentei e ri também, não sabia porque, acho que era de nervoso.

Ele foi saindo devargarzinho com o carro e quando notei ele não estava indo para a avenida, então insisti: “pode me deixar na avenida”. Ele então retrucou: “calma, vamos conversar”. Senti um calafrio na espinha nesse momento. Andamos mais ou menos uns três quarteirões depois da escola e ele parou o carro. Não sabia o que fazer. De repente, ele começou a me fazer um tanto de perguntas: qual a minha idade, o que eu queria cursar, se eu tinha namorado, o que eu gostava de fazer, essas coisas. Entretemo-nos tanto que quando olhei já tinham se passado mais de meia hora. Fiquei desesperada, pensei: “daqui a pouco o meu namorido vem atrás de mim”. Disse que tinha que ir. Ele concordou, mas antes de sair com o carro, me fez uma pergunta que me surpreendeu: “você é virgem?”. Eu não sabia onde enfiar minha cara, mas logo respondi: “não”.

Ele riu, eu estava super sem graça, mas a voz dele era tão, mas tão agradável que ia relaxando. Daí pensei comigo, será que ele quer o que eu quero? E quando menos esperei ele disse: “vamos aproveitar o momento que conspira a nosso favor”. E então começou a me beijar. Achei que fosse delirar, há muito tempo não sentia aquilo, só queria me entregar. Rolou uma sintonia tão perfeita, que quando ele começou a passar a mão nos meus seios, achei que já tivesse gozado. Ele começou a tirar minha roupa toda molhada e então pulamos para o banco de trás. 

Eu adoro homens que gemem, e o gato do professor, gemia no meu ouvido e percebia que estava ficando louca de prazer. Resolvi agradar ele, e nunca fiz um boquete como aquele, queria deixá-lo louco para me satisfazer. Quando menos esperava, ele me puxou e me botou de quatro e penetrou em mim. Não costumo gemer alto, mas nessa hora achei que fosse me dar um treco de tanto prazer, então soltei um gemido alto. Ele começou a ir tão rápido e forte que quando vi ele já tinha gozado. Mas eu não estava satisfeita, queria mais. Ele percebeu e começou a me dar prazer com as mãos, mas eu queria mesmo era sentir ele em mim, com aquele corpo sarado e suado. Então ele penetrou novamente. Estava enlouquecendo, quando ele gemeu perto do meu ouvido e eu gozei. Achei que não deveria sair dali jamais. Quando paramos, ele não parava de me beijar e eu pensando que tinha que ir pra casa.

Ele sussurrava no meu ouvido coisas dizendo que eu era uma delícia, que ele jamais imaginaria que íamos sincronizar tão bem, e que queria mais. E eu respondia que não podia facilitar. Enfim, terminamos e ele me deixou próximo à minha casa. Cheguei em casa e fui direto pro banho, pra não deixar rastros do acontecido. Quando foi na próxima sexta-feira, nos encontramos e rolou de novo. Ele dizia estar gostando de mim, mas pra mim aquilo não passava de aventura. Toda vez que nos encontrávamos na saída das aulas rolava, até hoje.

~ ~ ~

Texto escrito pela leitora Ana Julia.

Gostou desse conto? Então não esqueça e avaliar e comentar! Comente o que achou.

Share Button
Aventura com o Professor do Cursinho
5 votos