Clube de Swing Cubo Libertino - Jardim do Prazer

Clube de Swing Cubo Libertino

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O alarme toca seis em ponto da manhã, tento acordar, mas já bate a preguiça de levantar cedo. Logo coloco o celular na função “soneca”. Após alguns minutos, volto a me acordar. Meio que sem entender, levanto e vou ao banheiro tomar um banho frio para ver se ajusto os ponteiros. Com o chuveiro ligado e água na cabeça começo a pensar no que eu e minha esposa tínhamos combinado no dia anterior. Já excitado, começo a me masturbar pensando. Não demoro muito e gozo forte durante o banho.

Chego do trabalho à noite e lá está minha esposa se arrumando. A excitação parece que está no ar. No trabalho fiquei imaginando a cena do que tínhamos combinado. Ela me vê e me dá um sorriso lindo, está com uma blusa meio comportada e uma saia, nem curta e nem longa, mas que valoriza a silhueta do seu bumbum. Penso um instante o tanto que estava sexy, e percebo que seu sex appeal estava aflorado com a noite.

No caminho tento quebrar o gelo, ela meio calada e eu meio inseguro com aquilo tudo. Logo chegamos à conclusão depois de poucas palavras que seria melhor tomarmos uma antes de entrarmos na brincadeira. Na entrada do Clube de Swing, decidimos conjuntamente que era melhor colocarmos uma máscara. Mesmo por ser uma cidade grande sempre há o perigo de sermos descobertos e o que combinamos ser colocado por água a baixo.

Ela escolhe uma linda máscara que tampa a metade de cima do rosto, deixando sua boca e seu lindo sorriso à mostra, e eu, outra discreta. Depois de dois goles de uísque e ela de três drinques, fala em meu ouvido que sua boceta está molhada de tanta excitação do que está por vir. Logo me convence a irmos a um dos sofás redondos do clube e me chupar. Eu em pé e ela sentada, coloca meu membro para fora e começa me chupando, ao mesmo tempo se tocando aumentando ainda mais meu tesão. As outras pessoas que iam entrando no clube viam a cena e logo percebi que outro casal fazia a mesma coisa ao nosso lado. Minha esposa olha para eles e sorri. Antes de gozar ela interrompe e me dá um beijo, dizendo que era para me recompor. Devassamente chupa os próprios dedos melados e me puxa para irmos ao lugar que realmente queríamos desde quando topamos essa aventura.

Ficamos rodeando no clube e criamos coragem para adentrarmos em um cubículo, denominado Cubo da Libertinagem. Entro e percebo que há um falso espelho atrás, um banco abaixo e dois buracos em cada lado da parede, do qual os homens poderiam colocar seus membros. Quando percebo aquilo tudo volto a ficar excitado, entretanto digo a ela que teria que sair dali, conforme combinado ficaria observando tudo do lado de fora através do falso espelho. A luz fraca que havia dentro do cubículo combinada com a vontade dela de o que viria foi transformando meu membro. Ela não teria noção de quantas pessoas a veria no cubículo, por isso seu tesão estava à transformando. Percebo que ela fecha um dos buracos, e começa a tirar a calcinha. Mesmo de saia e de blusa aquela cena me deixava cada vez mais sem respiração. Ao meu lado o mesmo casal que estava ao nosso lado no sofá, começa a cochichar elogiando o corpo de minha esposa, e muitos ansiosos pelo que viria. Ele bem vestido, branco, ela com um vestido preto colado, de salto alto, branca, loira e magra, e com um belo corpo. Noto, também, que tiveram a mesma preocupação nossa, usavam máscaras.

Minha observação é interrompida quando um membro é colocado no buraco do cubo da libertinagem. Algo em torno de 23 centímetros, mais fino e um pouco maior que o meu. Minha esposa olha para o falso espelho, e a seguir coloca a mão para senti-lo. De certa a distância nota-se que está latejando do jeito que ela gosta. O casal ao meu lado pergunta se somos casados, e confirmo que sim. Então a esposa deste começa a apertar o meu membro, com a mão estendida, olho meio sem graça para o marido, ele me dá somente um sorriso e um aceno. Ela se coloca atrás de mim, me abraça e com habilidade abre minha calça. No mesmo instante, minha esposa começa a chupar aquele membro do qual nem eu nem ela saberíamos de quem é. Ela chupa com tanto desenvoltura que meu membro na mão da esposa do breve amigo começa a latejar. Enquanto minha esposa ia chupando, a loira ia me masturbando bem devagar. Não escondendo o tesão o marido dela decide ir buscar alguns drinques.

Minha esposa, então, tira a blusa, e fica somente de saia. Os bicos do peito estavam tanto duros, que a loira que estava me masturbando comenta. Ela volta a chupá-lo, e com a outra mão começa a se tocar e eu do lado de fora, sendo masturbado cada vez mais forte. Ela fala no meu ouvido do tesão daquela cena e que à noite iria transar com seu marido pensando naquilo tudo. Tento segurar ao máximo a ejaculação, e o que me facilita são as doses de uísque de um pouco antes. Percebo que minha esposa sentada no banco se ajoelha agora, e começa a chupar o saco do outro. Aquilo ia me deixando louco de tesão, foi quando a loira passou a minha frente e começou a me chupar, tentei interromper, mas ela disse que o marido havia concordado. Ela desce um pouco minha calça e olha para mim e sorri, noto que seus olhos são castanhos ou pretos. Somente com os lábios começa a enfiar meu membro todo na boca.

Depois do chupar o saco do outro, minha esposa começa a bater o membro na cara. Não sei se ela tinha gozado, mas volta a chupá-lo com bastante força, ia aumentando o ritmo e eu sendo deliciado pela boca da loira. Quando minha esposa notou que o membro ia ejacular, se levantou um pouco e distribuiu a goza no próprio peito. Era tanto gozo que não me aguentei e gozei também, a loira ainda com meu membro na boca começou a gemer, e na hora notei que ela tinha gozado. Não deixando cair nenhuma gota do gozo no chão a loira fechou meu zíper e me deu um beijo na boca.

Minha esposa, pouco depois, ia me contando da tamanha excitação que teve dentro do cubo da libertinagem. Contei a ela o que tinha acontecido do lado de fora, ela abre um lindo sorriso no rosto. Deu-me um beijo apaixonado e disse que queria continuar em casa para retribuir toda aquela aventura. Eu não via a hora de ser retribuído.

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Conto escrito pelo leito identificado como BBS.

Vamos, comentem!

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