Final de Semana na Cabana

Final de Semana na Cabana
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Seria um final de semana fantástico, ou melhor, foi. Fomos em um grupo de amigos para uma cabana na serra, passar um final de semana prolongado graças ao feriado de sexta-feira. Na quinta partimos, em três carros: eu e a Nanda, minha namorada. Junto em nosso carro o casal de namorados Marcio e Márcia. No segundo carro, os três solteiros João, José e Jonas. E no último carro, o casal Carlos e Carol e a solteira Bia. Todos colegas da faculdade, segundo semestre, adrenalina e testosterona à flor da pele. Muito vinho e disposição.

Chegamos na quinta. Todos se instalaram da seguinte forma, definido por sorteio: no piso de baixo, no quarto de casal, Marcio e Marcia. Na sala, em um colchão de ar, Carlos e Carol. No segundo ambiente da sala, a Bia. No andar de cima, em um quarto eu e a Nanda, e no outro os três solteiros. Começamos, então, os preparativos para um fondue. Os vinhos foram sendo derrubados um a um. Chileno, da serra, da colônia, doce, espumante, mais chileno. Todos em alto astral, em forma, atraentes, e aquele clima de quem será que vai pegar a Bia, a única solteira. Eram três contra uma.

A noite foi ótima, todos beberam, fumaram charutos e alguns baseados, e aos poucos todos se recolheram – e aparentemente ninguém comeu a Bia. Eu e a Nanda no andar de cima tocamos terror, e também ouvimos os gemidos que vinham do quarto de baixo – que ficava exatamente abaixo do nosso. Foi uma loucura fuder baixinho tentando não fazer barulho, porém em vão – a cabana de madeira era muito barulhenta. Mas o clima de tensão se misturou com tesão, e a safada da Nanda após chupar meu pau até quase eu gozar, cavalgou bem gostoso fazendo questão de ser ouvida. Os três dos quarto ao lado deviam estar ouvindo tudo e com tesão, quem sabe batendo uma punheta. Foi o que eu disse pra Nanda: “cavalgando e gemendo assim feito uma putinha, os guri devem estar numa punheta pensando em ti”. Ela foi à loucura, se abaixou me beijou com tesão enquanto rebolava e disse baixinho no meu ouvido: “Se tu quiser eu posso chamar um deles aqui pra me comer também”. Foi muito pra mim e pra ela, e gozamos alucinadamente. Quando paramos percebemos aquele silêncio na casa.

No outro dia passeamos, visitamos parques, cafés, bebemos bastante vinho na rua, e voltamos no final da tarde. Acendemos a lareira e ficamos curtindo música e vinho, se transformou em uma festinha. Bem tarde, por volta das duas, o pessoal começou a ir dormir. Primeiro o Marcio e a Márcia, depois Carlos e Carol. E o resto, para deixar o povo dormir, foi pro andar de cima. Deixamos as portas do quarto aberta e todos, os três solteiros, Bia e nós, ouvindo som e bebendo e fumado um baseado. Nós deitamos em nossa cama e ficamos ali curtindo, dando um arreto sutil, de leve, Bia foi deitar em uma das camas do quarto dos guris, e logo os três estavam mais para dentro do quarto, e nós encostamos nossa porta. Meu pau estava estourando, pensando que os três tocariam ferro na Bia em seguida, ou algum deles, enfim, estava na expectativa de ouvir um show de Bia sendo fundido pelos três. E nós fomos fodendo, de ladinho. Eu comia a Nanda e dizia no ouvido dela: “acho que eles vão meter ferro na Bia, aquela safada vai dar pros três”. A Nanda responde: “Um deles podia vir pra cá pra ficar parelho”. Eu metia mais e mais, ela começou a meter, a cama fazendo barulho, e começamos a ouvir barulho do quarto do lado. Ela disse: “Por que um deles não vem aqui pra me comer também?”. Soquei mais forte e disse no ouvido dela: “Putinha quer pica?”.

O tesão pairava no ar. Nós trepando em nosso quarto, e os quatro no quarto ao lado. Quem estava metendo na Bia? Em qual posição? Ou estavam todos metendo, quem sabe um no cuzinho e outro na bucetinha. O terceiro dando o pau pra ela chupar? Aquilo me deixou com tesão e uma espécie de ciúmes, pois eu curtia a Bia, tinha uma quedinha por ela. A Nanda arfando e de repente, nossa porta abre. O Jonas era devagarinho: “Desculpa galera, vocês tem uma camisinha pra emprestar”. A nanda responde: “eu tenho, perai”. Desencaixou meu pau, se levantou peladinha, abriu a bolsa, tirou a camisinha e se virou pro Jonas. “Não quer ficar um pouco por aqui e testar a camisinha?” Meu deus, meu pau latejava, meu deu uma adrenalina, o corpo esquentou. O Jonas ficou meio sem reação, e ela apalpou o cacete dele por cima da cueca. “Como ta duro, vou botar a camisinha em ti par ver se é do teu tamanho”. Ele só disse “beleza”.

Eu comecei uma punheta. Ela abaixou a cueca, pegou o pau dele, abriu a camisinha e botou com a boca, aquela safada. Ele gemeu. Ela começou um boquete com aquela boca de veludo de puta, ele tremeu na base, eu aumentei a punheta. Ela se levantou, puxou ele pelo pescoço e disse: “Me come”. Se deitou no canto da cama, eu me recolhi um pouco, abriu a pernas, ele se deitou por cima e meteu. Ela gemia, ele metendo, não chegamos a cruzar o olhar. Em uns 2 minutos ele disse que ia gozar, ela quase gritou: “Goza seu puto”. Ele gozou, gemeu. Se levantou, pediu outra camisinha, ela disse pra pegar na bolsa dela, ele pegou, deu um “tchau, valeu” e foi. Todo suado. Eu já tinha gozado na punheta, sujei a mão, lençol. Ela ainda deitada, suada, meladinha, me olha e diz: “vem me comer”. Eu deito por cima dela, o corpo dela todo quente, enfio o pau na buceta, sem camisinha, ainda meio mole, sinto ela toda molhada, quentinha, ela me diz: “Me come como macho, como ele comeu”. Aquilo me deu um tesão de corno, meu pau endureceu. Ela completa: “Me beija e sente o gostinho de um pau de verdade”. Eu dou um beijo demorado e tesudo nela, ela chupa minha lingua, depois vem na minha orelha e diz baixinho: “O Jonas me comeu muito, que pau, nunca gozei tanto. Me fode seu puto. me come”.

Foi demais. No outro dia, domingo, todo mundo agiu como se nada tivesse acontecido. A galera passeou, almoçou, e no final da tarde voltamos e segunda ja estávamos no bar bebendo e prometendo outro final de semana na serra. Não sei se alguém sabe, ou se todos sabem, enfim, que o Jonas comeu a Nanda. Não sei também quem ou quantas vezes comeram a Bia naquela noite. Lá no piso de baixo acho que ninguém fudeu, mas no piso de cima a coisa foi forte. Durante a semana eu comi a Nanda todos os dias, ou na minha casa ou na dela, e em todos os dias ela me dizia: “Me come gostoso que eu quero pica, quero muita pica, me fode, come tua puta”. Nossa relação esquentou como nunca, e em alguns dias a Nanda já pagava boquete pro Jonas. Foi o semestre inteiro assim: a gente saia da aula, passava no bar, e na saída oferecia carona pro Jonas. No caminho, a gente entrava no Drive-in que tinha do lado da faculdade e ele comia a Nanda no banco de trás. Que época!

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Texto escrito pelo leitor Pedro.

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