No Banheiro do Cinema

No Banheiro do Cinema
No Banheiro do Cinema
2 votos

Era uma sexta-feira. Tinha saído do trabalho ao fim da tarde e resolvi espairecer com uma ida ao cinema. Passando em frente ao Olímpia, olhei para os cartazes e o filme em exibição não podia ter um título mais sugestivo: “Loira detonada”. Entrei e o meu lugar preferido estava vago. Entre o corredor e a parede havia filas de 3 lugares apenas, então escolhi o lugar do meio na última dessas filas. Podia estar mais ou menos à vontade, sem ninguém atrás ou ao lado. O filme estava no início, mas a loira já estava ocupada com 2 negrões. Enquanto um deles lambia a buceta dela, ela mamava o pau do outro que era enorme. Passados uns minutos, ela já gritava com uma DP, um mulato alto pediu-me licença para passar para o lugar ao meu lado, encostado à parede. Encolhi as pernas e logo que ele se sentou, um negro baixinho sentou-se no outro lugar ao meu lado. Achei que já não estava á vontade e ia-me a levantar quando o mulato me segurou no braço e me forçou a sentar. Olhei p’ra ele com cara de poucos amigos mas ele estava com um sorriso sacana e disse-me: “você quer ficar. O que é que o excita mais? A loira ou os negrões?”. Não respondi e ele insistiu: “está sonhando com as cobras dos crioulos? Você pode realizar seus sonhos”. Para o desafiar, disse-lhe: “e há aqui alguém capaz disso?”. Ele voltou a mostrar aquele sorriso safado, pegou na minha mão e colocou-a no seu colo, por cima do cacete.

— Sente só o volume — disse ele.

— Não sinto nada de mais — menti. Na verdade, dava p’ra sentir que ele era bem abonado. Mesmo flácido o pau dele parecia enorme.

Ele estava de fato de treino, largo, e puxou as calças para baixo. O pau estava mole mas era um monumento.

— Está vendo? — Perguntou ele.

— Só vejo uma coisa mole — disse.

— Então pega, vai. Faz umas festinhas que já vai ver o que acontece. — Como eu fiquei quieto, ele disse com voz grossa — Pega nele, branquinho!

Como eu também não queria outra coisa, agarrei-lhe no pau e comecei a punhetá-lo bem devagar. A minha mão não dava a volta ao cacete todo. À medida que o acariciava, sentia-o a crescer na minha mão. Estava com pena de não o ter na boca. Adoro sentir um caralho a crescer na minha boca. O pau ia ficando cada vez maior. Acariciava-o todo, fazia-lhe festas nos tomates e voltava a punhetá-lo mais um bocado. Agora o caralho do mulato parecia um ferro, rijo. Passeei a língua pelos lábios. Ele viu e disse: “quer mamar, não é, cara?”. Olhei à volta a ver se alguém nos observava e só nessa altura reparei que o negro ao lado estava com o pau de fora e batia uma punheta. O pau dele não parecia tão grande como o do mulato, mas era mais grosso. Nem em filmes eu tinha visto um caralho tão grosso. Levei a mão esquerda ao pau dele e acariciava os dois. Só tinha pena de estar num local público, porque queria mamar aqueles dois monstros.

O mulato voltou a insistir: “não quer mamar? Eu sei que tem vontade. Põe na boquinha, vai”. Ali, em pleno cinema, eu não tinha coragem. Então tive uma ideia: Vamos p’ro banheiro, disse. Levantei-me, saí do meu lugar e fui directo p’ra lá. Entrei para um reservado e eles chegaram logo em seguida. Sentei-me no sanitário e eles ficaram de pé na minha frente.

— Mama — disse o negro baixando as calças. Não foi preciso repetir a ordem. Abri a boca o mais que consegui e engoli o caralho até metade. Comecei a chupá-lo enquanto o mulato batia com o pau dela na minha cara. Depois de meia dúzia de chupadas, troquei de mangalho. Enfiei o pau do mulato na boca e comecei a mamá-lo como se o mundo fosse acabar.

— Assim não vou aguentar — disse ele. — Primeiro quero te comer. Você aguenta?

Levantei-me e disse-lhe: Senta aí, então. Ele sentou-se com o pau em riste e eu tirei as calças e as cuecas. Virei-me de costas para ele e fui descendo o rabo em direcção ao cacete. O pau dele estava molhado da minha boca e ele cuspiu na mão e passou-me a mão pelo buraco do cu. Enfiou um dedo e quando o tirou meteu logo a cabeça do pau no meu cu. Doeu um bocado só, mas, de repente, ele puxou-me para baixo e o caralho entrou mais de metade duma vez só. A dor foi lancinante. Só não gritei porque toda a plateia ia ouvir.

— Gosta? — Perguntou ele. — Agora mexe, vai. Acima e abaixo. Anda branquinho, fode o meu pau.

E eu comecei a fodê-lo. A dor foi passando. À medida que ia bombando, fui baixando o tronco de modo a puder voltar a mamar o negro. Agora estava realizado. O pau do mulato entrava todo até às bolas a cada estocada que ele me dava e, com o balanço destas, eu engolia o caralho todo do negro. Que delícia. Que foda maravilhosa. O mulato metia cada vez com mais força. Parecia uma locomotiva. Depois duns cinco minutos assim, o mulato sugeriu que trocássemos. Levantei-me, virei-me para ele e baixei-me para lhe engolir o mastro. Atrás de mim o negro encostou o pau ao meu cu e meteu-o até metade só com uma estocada. Como era mais grosso que o mulato, a dor voltou. Ele começou a bombar, primeiro devagar e depois foi aumentando o ritmo das metidas. Não tardou muito e sentia as bolas dele a encostarem no meu rabo. Estava feliz. Tinha o cu completamente arrombado e mamava o cacete do mulato. Estava a ser comido à canzana e tinha outro pau enfiado até à garganta.

— Venham-se — disse eu. — Quero leite na boca e no rabo.

O negro parecia que estava louco. Metia cada vez com mais força e eu atiçava-o ainda mais: Mete com força, fode-me, acaba com o meu cu, dizia eu. E ele fodia. O meu cu devia estar uma lástima. Então ele começou a arfar e eu percebi que estava quase. Caprichei ainda mais na mamada e não tardou muito que o mulato dissesse que estava pronto: “vou-me esporrar”, disse ele, “engole a minha porra”. Meti o pau na boca para não perder o primeiro jacto e depois deixei-o sair para ver o segundo jacto a sair do cacete e acertar-me em cheio na cara. Voltei a metê-lo na boca e arranquei-lhe do pau toda a porra que ele tinha. Senti o pau do negro a inchar no meu rabo e senti as primeiras golfadas de porra que ele me deixou dentro do cu. Virei-me rapidamente porque queria ver aquele caralho grossão a vir-se e baixei-me para receber as últimas golfadas na cara.

Quando ele parou de se vir, meti-o na boca e comecei a lamber toda a esporra que lhe escorria do pau. O mulato juntou-se a ele e deixei os dois cacetes limpinhos. Não queria perder o contacto deles e pedi o número de telefone deles, prometendo ligar em breve. Prometi e vou cumprir.

~ ~ ~

Texto escrito pelo leitor Mark Jones.

Gostou desse conto? Então não esqueça e avaliar e comentar! Comente o que achou.

Share Button
No Banheiro do Cinema
2 votos