Conto de Sexo - O Alemão Pauzudo - Jardim do Prazer

O Alemão Pauzudo Me Comeu

O Alemão Pauzudo Me Comeu
O Alemão Pauzudo Me Comeu
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Por obrigações profissionais, meu marido viaja muito me deixando muito tempo sozinha, às vezes fica quase uma semana fora. E eu com o tesão à flor da pele, a masturbação solitária as vezes não da conta de apagar o fogo que tenho na bucetinha. Lembram-se dos dois jardineiros que me comeram?

Pela manhã fui tomar meu gostoso banho e meu chuveiro saiu muita fumaça. Deu um curto e parou de funcionar. Depois do susto, puta da vida, liguei para um especialista no assunto, que achei na lista telofonica. Dizia o anúncio: “Marido de Aluguel, conserto de tudo na sua casa”. Esperando impaciente de calcinha com um roupão fechadindo e amarrado na cintura, eu estava uma senhora bem comportada. Mas só até tocarem a campainha e surgir na minha frente aquele baita macho, de macacão azul, com uma maleta metálica na mão e um sorriso encantador nos lábios.

— Bom dia madame, sou o Edarner. A senhora chamou nosso serviço?

— Sim, chamei — disse quase gaguejando. Nem consegui repetir o nome dele.

— Que houve? — ele perguntou.

— Meu chuveiro pifou.

— Então vamos dar uma olhada madame.

Levei ele até o local. Abriu sua maleta e disse que precisava ir buscar uma escada. Deixei ele ali trabalhando e fiquei apreciando seu trabalho. Ele era um homenzarão bem alto, devia ter 1.90cm, branco, devia ser descendente de alemão, tinha um corpo bem delineado. Imaginei que por baixo desse macacão devia ter um corpo sarado e o pau, como deve ser? Aquele pensamento safado fez minha bucetinha dar uma piscada.

Para chamar um pouco atenção dele, sentei em uma cadeira para observá-lo no trabalho. Isso fez meu roupão abrir expondo minhas coxas bem torneadas queimadas pelo sol quase até a calcinha. Do alto da escada, ele deu uma boa olhada pra minhas coxas e deu um sorriso safado, mostrando uma fileira de dentes brancos. Minha bucetinha deu outra piscada molhando a calcinha. Pensei comigo “vou ter que dar pra esse alemão”.

Meia hora depois ele disse:

— Pronto madame, tudo certo. Já pode tomar seu banho quentinho. Troquei a resistência e um fio que queimou. Por acaso a madame está só?

— Sim — respondi.— Meu marido tá viajando. Volta na sexta à noite. você quer um suco? — ele balançou a cabeça afirmativo.

Fui pra cozinha. Quando estava encostada na pia pegando um copo, senti um bafo quante no meu cangote. Ele tinha me seguido até a cozinha. Quando tentei me virar, ele me abraçou firme envolvendo meu corpo todo. Ao me encoxar, senti seu membro pressionando minha bunda, me preensando contra a pia. Tentei me safar, pensei em gritar, então ele me puxou pelos cabelos, “fica quetinha, madame, que eu vou foder você bem gostoso”. Acho que ele se sentiu seguro por minha casa aqui no balneário ser um pouco isolada, não tenho vizinhos por perto. Então me empurrou para o chão frio da cozinha me fazendo ajoelhar.

— Se você gritar, te encho de porrada. — O medo estava estampado em meu rosto. Ele abriu e abaixou o macacão até os joelhos abaixando a cueca junto. Seu pau duro com a cabeça vermelha pulou diante dos meus olhos. Branco, com veias azuladas. Ele balançou a pica bem na minha cara, dizendo: — Não precisa ficar com medo não, madame, seja boazinha, chupa esse pau aí. Sei que você vai gostar de mamar numa pica cabeçuda.

Ele me puxou novamente pelos cabelos e empurrou o pau grosso e cabeçudo na minha boca. Senti um ligeiro cheiro de mijo na cabeça do pau. Acho que ele pensou que tive asco ou qualquer coisa assim, pois me deu dois tapinhas de leva na cara. O terceiro estalou forte: “chupa logo, sua puta, chupa essa pica aí, vai”. Com certeza meu rosto deve ter ficado vermelho, abri bem a boca e engoli a cabeçona do pau. Mamei, mamei e punhetei, sentindo toda envergadura do pau que pulsava na minha mão e boca. Hum, delicia de pau. Quando lambi e chupei uma das suas bolas, ele gemeu fundo. Voltei a mamar e punhetar a pica grossa, aumentando o rítmo da punheta e das mamadas. Ele gemeu, retesou o corpo e gozou na minha boca. Gozou soltando jatos fartos de porra quente no fundo da minha garganta. Engoli tudo, cada gota.

— Ai, madame. Eu sabia que você era uma gostosa de uma putinha. Vamos ali pro sofá que agora eu vou te foder bem gostoso —disse me segurando pelos braços.

Eu estava totalmente dominada pelo macho. Meu roupão, a calcinha e o macacão dele ficaram no chão da cozinha, um por cima do outro. Fui andando na frente dele, nua. — Nossa, que bunda linda você tem, madame! Vou ter que te enrabar.

Sentei-me no sofá, ele ficou em pé na minha frente. Voltei a chupar aquele belo pau. Nunca tinha visto um pau cabeçudo daquele. Fui limpando o restinho de porra. Chupei, mamei, lambi, punhetei e esfreguei na cara, sentindo os pentelhos dourados no rosto e fazendo ele endurecer de novo como uma verdadeira puta. Tudo pelo prazer.

Ele me deitou ao longo do sofá, veio por cima, me acariciou o rosto e os seios, beijou longamente minha boca, lambeu e mordiscou meus mamilos. Delícia aquele homem. Rude de início, se transformou num amante gentil e carinhoso. Sem parar de me beijar, foi descendo beijando e lambendo todo meu corpo, deixando um rastro de saliva ao longo do corpo. Eu gemia, me contorcia toda naquela língua afiada. Finalmente ele chegou ao meio de minha pernas, ergueu-as e caiu de boca na minha xoxota melada. Chupou, enterrou a lingua lá no fundo da greta. Com as duas mãos abriu os lábios da xoxota, expondo o grelo inchado. Quando ele tomou o grelo todo na boca e chupou, soltei um grito. Arqueei o corpo e uma descarga elétrica pecorreu minha espinha dorsal, me levando ao orgasmo. Gozei.

Gozei gemendo esfregando a xoxota na cara dele. Senti meus líquidos vertendo e melando a cara dele. Ele sugou todo o melzinho do meu gozo. — Hum, que delícia, a madame gozou na minha boca. Agora você vai gozar no cabeçudo.

Voltou a se deitar por cima de mim. Senti o peso daquele corpanzil em cima do meu. Ele se ajeitou, direcionou a cabeça do pau na entradinha da bucetinha e deu um cutucão. Senti o pau entrando, me preenchendo, logo ele passou me foder com movimentos rápidos de vaivém. Fodeu, fodeu até eu gozar de novo naquele baita pauzão. Aí ele me virou de quatro me puxando pra beira do sofá, deu uma lambida de baixo pra cima da xoxotinha até o cu, me fazendo extremecer. Deu uma cuspida e uma pincelada com a cabeça da pica na fenda melada e direcionou a cabeça inchada pra entradinha do meu cuzinho rosado. Esperei a penetração, que veio resgando minhas preguinhas com uma estocada forte. Soltei um gritinho de dor.

— Aguenta aí, madame, que só dói quando entra a cabeça, logo fica gostoso. — Segurando meus quadris, passou a me foder com movimentos lentos.

Passei a acariciar meu grelo, para aguentar aquela tora no cu. — Isso, madame, mexe no grilo — achei engraçado ele chamar grilo.

Ele me fodeu no cu, tirando o pau inteiro pra fora e metendo tudo de novo. Fodeu e fodeu. Senti dois tapas estalarem na bunda quando ele, urrando, soltou jatos quentes de porra no meu reto. Senti todo meu corpo tremer e gozei também, junto com aquele macho gostoso. Descansamos um pouco e fomos tomar banho juntos. Ele ainda me fodeu em pé em baixo do chuveiro. Depois recebeu seu pagamento e foi embora me deixando com o cuzinho ardendo e a xoxota inchada. Agora, toda vez que fico sozinha chamo o “Edarner Müller Groskeutzy”, como está escrito no cartão. “Consertamos tudo na sua casa”, O alemão conserta mesmo.

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Conto escrito pela nossa queria leitora e já famosa escritora do Jardim, a Deuzadevenus.

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