Presente de Aniversário

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Sou Paulo, moro em uma pequena cidade no sul do país. Tenho uma esposa chamada Adriana, muito gostosa, loira alta, olhos azuis, bunda redondinha e seios grandes. No ano de 2004 já faziam quatro anos que estávamos casados. Éramos muito jovens quando casamos e transávamos muito naquela época. No segundo ano de casado começamos a explorar posições novas no sexo, no terceiro ano de casados comecei a fazer sexo anal, apesar dela se queixar de dor, ela dizia que gostava.

Um dia estávamos nos masturbando um ao outro e perguntei a ela como era ser comida por seu ex-namorado, já que ela só teve um namorado antes de mim. Ela disse que não era a mesma coisa como nós dois e mudou de assunto. Eu comecei a falar pra ela sobre fantasias na cama e que a minha era comer duas mulheres ao mesmo tempo. Inicialmente ela não gostou muito da ideia, mas aos poucos começou a se soltar e começamos a imaginar como seria.

Ela tinha uma amiga que nos visitava de tempos em tempos, era muito gostosa: peitinhos durinhos, bundinha arrebitada e bem safada, minha mulher contava para mim o que as duas conversavam e sua amiga sempre falava das transas que tinha. Às vezes quando ela ia nos visitar e eu estava sem camisa ela ficava olhando para mim.

Minha mulher começou a ficar cada vez mais safada na cama e um dia ela disse que talvez me desse um presente de aniversário, realizaria minha fantasia, que falaria com sua amiga para transar conosco. Ela dizia que tinha certeza que sua amiga aceitaria, mas teria uma condição. Eu, já sabendo do que se tratava, perguntei mesmo assim. Ela disse que tinha direitos iguais e se ela me desse esse presente, depois ela iria querer dar para dois homens. Quando ela falou isso, me deu muito tesão, mas eu não disse nem que sim nem que não.

As coisa foram esquentando cada vez mais entre quatro paredes e ela me fazia imaginar eu com transando com as duas e eu a fazia imaginar dando para mim e outro homem. Uma noite quando estávamos com tanto tesão que já estávamos na terceira, eu a disse ela que se fosse para ela escolher um dos meus amigos para transar, qual seria. Ela respondeu “Roberto”, eu perguntei o porquê, já que Roberto era considerado um cara feio, embora gente boa. Ela me disse que ele era muito sozinho, não tinha namorada e sempre quando reuníamos a turma ele sempre tava só. Eu sabia que Roberto era bem dotado, mais ou menos uns 21cm de pau, então falei: “Ah, não, o Roberto é muito pauzudo”. Ela me olhou na hora com uma cara de safada falou: “O quê?”. Então desconversei.

Comecei a ter cada vez mais tesão de imaginar ela dando para outro na minha frente e como seu aniversário estava próximo e o meu estava longe, resolvi fazer uma surpresa, imaginar entre 4 paredes é uma coisa mais realizar a fantasia é outra, não sabia qual seria a reação dela.

Chegou o aniversário dela. À tarde os parentes vieram comemorar, à noite eu a disse que Roberto viria passear, mas na verdade eu tinha convidado ele. Ele não sabia de nada também e nem desconfiou, pois tinha o costume de nos visitar. Minha mulher achou que eu nunca teria coragem, então nem desconfiou. Era 9h30 de uma noite de verão, Roberto chegou, deu os parabéns à minha esposa e sentamos todos na sala para conversar enquanto tomávamos vinho. Minha mulher estava com um vestidinho de alcinha bem solto no corpo, sem sutiã, seus lindos seios ficavam desenhados naquele vestido. O comprimento ia até três dedos acima dos joelhos. Roberto nunca foi desrespeitoso, apesar de eu notar muitas vezes que ele ficava olhando para minha mulher, devia imaginar-se arrancando aquele vestidinho.

O tempo foi passando e nós conversávamos e ríamos, ela serviu alguns petiscos e quando vimos já era meia noite e meia, mas o papo estava tão bom, e no mais era noite de sábado. O vinho começou a fazer efeito, minha esposa foi até a cozinha encher as taças. Eu fui também e a aguarrei por trás, enfiei minha mão embaixo do vestidinho e peguei na sua bucetinha toda molhadinha. Ela deu uns gemidinhos, então tirei sua calcinha, notei que ela não resisitiu e ficou sem. Após voltamos para a sala, sem calcinha, o vestido entrara um pouco na sua bunda, ela então começou a provocar: ia até à TV para trocar o canal da parabólica e se agachava um pouco, não aparecia nada, porém dava pra ver o vestido entrando em sua bunda. Ela sentou no sofá grande ao meu lado, do outro lado estava Roberto, que notei ficara se ajeitando no sofá. Olhei uma hora discretamente e vi o volume em sua calça, já estava de pau duro, peguei então e abaixei a alcinha de um lado de seu vestidinho, tirei seu seio para fora e começei a lambê-lo. Roberto ficou olhando e minha esposa então entendeu. Falei no seu ouvidinho que o seu presente ia ser meu amigo. Notei que ela estremeceu.

Então ela começou a me beijar enquanto colocava sua mão por cima da calça de Roberto, acariciando seu pau. Ele tirou para fora das calças e ela começou a punhetá-lo enquanto ele passava sua mão na bucetinha de minha esposa. Eu tirei minha roupa e fiquei punhetando. Minha esposa então se voltou para Roberto, baixou o vestidinho todo e ficou peladinha e molhadinha. Olhou para mim e pediu: “Amor, posso chupar ele?”. Eu falei: “O presente é seu, faça o quê quiser com ele”, ela então começou a chupá-lo, embora seu pau não coubesse em toda sua boca. Passados alguns minutos, falei para irmos para o quarto. Estávamos nós três pelados, meu pau parecia que ia arrebentar de tanto tesão. Ela ficou de quatro na cama, debruçou-se sobre os braços empinando bem sua bunda e arreganhando sua bucetinha apertadinha. Ele enfiou com força, fazendo ela soltar um gemido alto e começou a socar. Ela gemia alto, tentei colocar meu pau para ela chupar e ela disse que não, que eu deveria ficar só assitindo.

Ela me olhava entre gemidos me falava: “olha só, amor, ele ta comendo sua mulher bem gostoso. Tá gostando? Ele tá enfiando bem fundo, amor, uh, quase gozei”. Ela pedia que ele socasse com mais força até que ela gozou a primeira vez. Roberto então falou pela primeira vez durante a transa toda: “eu vou gozar”. Adriana disse: “ainda não”. Ela então saiu para frente e mandou ele deitar, que ela iria por cima. Sentou no pau dele, entrando todinho dentro de sua bucetinha. Enquanto ela soltava uns gemindinhos baixinhos, me disse para eu ir por trás, no seu cuzinho. Ela dizia que queria nós dois dentro dela. Fui no seu cuzinho e finquei com força. Ela gritou, mas não reclamou. Então começei a socar no seu cu e Roberto na sua buceta. Ela gozou novamente. Tanto ele quanto eu não aguentávamos mais de vontade de gozar, tava ficando difícil segurar. Então falei para ela e ela mandou nós gozarmos em seus seios. Eu ainda poderia gozar em seu rosto. Nunca gozei tanto e tão gostoso e acredito que Roberto também nunca tinha gozado assim, pela expressão em seu rosto. Minha mulher gostosa e safada limpou todo meu pau com sua língua.

Ficamos um tempo os três deitados na cama. Depois Roberto se vestiu e se preparou para embora. Eu pedia a ele sigilo sobre o que havia acontecido. Ele me prometeu que jamais contaria sobre aquela noite. Na madrugada passamos transando eu e minha mulher. Ela estava com muito tesão ainda e se queixava que estava com a buceta ardida, mas estava feliz. Repetiu muitas vezes que me amava e agradeceu seu presente.

Ah, no meu aniversário também ganhei um presente: a gostosinha da amiga dela, e foi uma loucura, eu, minha mulher e sua amiga, mas é outra história.

~ ~ ~

Texto escrito pelo leitor Paulão.

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