O capitão e a alemã

O capitão e a alemã

Eu e meu marido estávamos viajando para o Brasil. Éramos alemães e fugíamos da guerra. Três noites atrás esse estranho conseguiu me seduzir e eu me tornei dependente de sua rolona. O Capitão do Navio.

Para não correr risco, o Capitão me ensinou por onde eu deveria fugir e ir para tal lugar, aonde meu maridinho iria me achar sem desconfiar de nada. E assim aconteceu. Passaram-se dois dias em que o Capitão tentou de tudo, discretamente é claro, para me ter de novo. Eu me sentia apática a esses avanços, embora minha natureza ninfomaníaca já fosse despertada. Eu me segurava o máximo para não correr nenhum risco que fosse destruir meu casamento, e ainda mais naqueles anos 40. Eu não queria o Capitão de carne e osso, eu queria a situação, o inusitado, o proibido, o bizarro!

Assim comecei a ficar febril quando pensava nos dois homossexuais que eu vira transando no convés nas primeiras noites navegadas. Numa das visitas freqüentes que eu e meu corninho fazíamos ao camarote do Capitão para conversarmos, embora eu servisse de interprete o tempo todo, já que meu maridinho não falava inglês, ele implorava para que eu fosse dele uma vez mais. Isso tudo era falado sem subterfúgios, mas sem demonstrações sentimentais para que meu corno marido não pudesse desconfiar. Era realmente engraçado. Eu conversava em querer chupar duas rolas ao mesmo tempo, em ser o recheio de um sanduíche sexual. O capitão dizendo que ansiava em chupar minha xana, saborear com a língua meu cuzinho e deslizar sua piroca nele! Enquanto eu me virava pró corninho e lhe dizia que o clima no Brasil nesta época do ano era bastante úmido, etc, etc…!!

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Tocada pela música

Tocada pela música

Em vários momentos de nossas vidas somos surpreendidos por uma vontade louca de fazer algo errado e proibido. Lutamos contra essa vontade. Não podemos nos entregar. É arriscado e existem conseqüências com as quais não podemos ou não queremos lidar. Porém, um belo dia você acha que sua vida está calma demais você resolve arriscar para ver o que acontece. Eis aqui a forma como me deixei ser nocauteada.

Amante de música desde criança – porém sem dom para tocar ou cantar coisa alguma – sempre me permiti deixar ser levada pela agradável sensação de prazer que um bom som pode proporcionar. Música me relaxa, me estimula, me faz concentrar e manter o foco, me anima, me faz chorar, me faz sorrir, me faz sentir saudades, me excita… Um traço pessoal meu é esgotar uma música quando gosto dela. É ouvi-la repetidas vezes durante o dia, dia após dia. Muitos me perguntam como eu agüento sem enjoar. Eu não enjôo porque eu não “engulo” música, eu “degusto” música – vagarosamente. Eu me delicio com cada instrumento, cada batida, a voz, a melodia… Tudo isso, perfeitamente harmonizado, é o que me prende de cara e faz com que eu queira voltar e esmiuçar a música e buscar sentir prazeres diferentes a cada vez que eu escuto.

Tive um período de “calmaria musical” que findou recentemente. Num momento de tensão e pressão no trabalho, onde me vi forçada e produzir num passo mais acelerado, meu recurso era isolar-me em meu escritório com meus fones de ouvido e trabalhar sendo estimulada pelo som sexy do meu instrumento favorito em versões personalizadas de minhas músicas favoritas postadas em vídeos na internet. Sempre funcionava conforme o esperado: eu montava uma playlist, deixava tocando, e me concentrava nas minhas tarefas. Até que um belo dia, num momento de descontração em que eu explorava algumas recomendações musicais, ele me chamou a atenção. Ele, músico misterioso que não mostrava o rosto, mas que prendeu meus olhos e ouvidos com aquela forma suave e natural com a qual tocava aquele instrumento, sobre o qual detinha perfeito e total domínio. Admirável!

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Um Presente Inesperado

Um Presente Inesperado

Estava em casa em um fim de semana prolongado com meu esposo quando recebi o que parecia um presente: uma caixa enviada para meu nome. Fiquei surpresa com a dedicatória que dizia: “para relembrar nossa juventude de muito prazer”. Abri a caixa ansiosa para ver o que continha e ao então vi algumas fotos antigas, peças de lingeries e cada um com recados provocantes. Ficava realmente excitada com cada bilhete que lia, finalmente me recordei de uma amiga que tive quando mais jovem, era ruiva linda, olhos claros, seios fartos firmes, boca carnuda e rosada, coxas e bumbum grande com cintura fina.

Claro que relembrei das noitadas no quarto da faculdade quando saíamos para festas e bebíamos até ficar desnorteadas, voltávamos e fazíamos sexo resto da noite. Deliciosas chupadas com gosto de cerveja e a maravilha do sabor do corpo da minha amiga de quatro. Era maravilhosa sua boca quente em minhas partes íntimas. Muitos gemidos e delírios de prazer.Continuar leitura

Clube de Swing Cubo Libertino

Clube de Swing Cubo Libertino

O alarme toca seis em ponto da manhã, tento acordar, mas já bate a preguiça de levantar cedo. Logo coloco o celular na função “soneca”. Após alguns minutos, volto a me acordar. Meio que sem entender, levanto e vou ao banheiro tomar um banho frio para ver se ajusto os ponteiros. Com o chuveiro ligado e água na cabeça começo a pensar no que eu e minha esposa tínhamos combinado no dia anterior. Já excitado, começo a me masturbar pensando. Não demoro muito e gozo forte durante o banho.

Chego do trabalho à noite e lá está minha esposa se arrumando. A excitação parece que está no ar. No trabalho fiquei imaginando a cena do que tínhamos combinado. Ela me vê e me dá um sorriso lindo, está com uma blusa meio comportada e uma saia, nem curta e nem longa, mas que valoriza a silhueta do seu bumbum. Penso um instante o tanto que estava sexy, e percebo que seu sex appeal estava aflorado com a noite.Continuar leitura

Gata Nova no Condomínio

Nova Gata no Condomínio

Aconteceu comigo conhecer uma gata, quando no condomínio de apartamentos que resido, chegou uma nova moradora: loira, atraente, solteira, elegante, pernas grossas e roliças. Era dia de reunião dos moradores e aproveitei a oportunidade para fazer contato com a nova moradora. Interfonei para seu apartamento e identifiquei-me com boas vindas convidando-a para a reunião e contava com sua presença. Desci para iniciar a reunião, logo em seguida entra no salão a gata, cabelo preso, vestida com uma blusa regata branca, calça jeans de tecido alvejada, sandália de salto alto, o conjunto despertou olhares. Sentou-se e ficou até o final.

Após a reunião, eu e mais outros homens ficamos conversando sobre a nova moradora: odontóloga, separada, morava sozinha, seu corpo, sua roupa, sua sensualidade. Como um animal senti exalar o feromônio e a necessidade do macho de marcar terreno e dominar a disputa da fêmea desejada. Tinha que me antecipar e conquistar aquela mulher. Subi para meu apartamento e liguei para a vizinha gostosa com desculpa de agradecer por ela ter comparecido; perguntei se poderia falar pessoalmente e trocar algumas idéias. Ela concordou. Dirigi-me até sua porta e toquei a campainha, abriu a porta e convidou-me a entrar. Preparava um lanche e levou-me até a cozinha. Abriu a geladeira, ofereceu cerveja, aceitei e sentei-me enquanto ela servia. Continuar leitura

Presente de Aniversário

Presente de Aniversário

Sou Paulo, moro em uma pequena cidade no sul do país. Tenho uma esposa chamada Adriana, muito gostosa, loira alta, olhos azuis, bunda redondinha e seios grandes. No ano de 2004 já faziam quatro anos que estávamos casados. Éramos muito jovens quando casamos e transávamos muito naquela época. No segundo ano de casado começamos a explorar posições novas no sexo, no terceiro ano de casados comecei a fazer sexo anal, apesar dela se queixar de dor, ela dizia que gostava.

Um dia estávamos nos masturbando um ao outro e perguntei a ela como era ser comida por seu ex-namorado, já que ela só teve um namorado antes de mim. Ela disse que não era a mesma coisa como nós dois e mudou de assunto. Eu comecei a falar pra ela sobre fantasias na cama e que a minha era comer duas mulheres ao mesmo tempo. Inicialmente ela não gostou muito da ideia, mas aos poucos começou a se soltar e começamos a imaginar como seria.Continuar leitura

Final de Semana na Cabana

Final de Semana na Cabana

Seria um final de semana fantástico, ou melhor, foi. Fomos em um grupo de amigos para uma cabana na serra, passar um final de semana prolongado graças ao feriado de sexta-feira. Na quinta partimos, em três carros: eu e a Nanda, minha namorada. Junto em nosso carro o casal de namorados Marcio e Márcia. No segundo carro, os três solteiros João, José e Jonas. E no último carro, o casal Carlos e Carol e a solteira Bia. Todos colegas da faculdade, segundo semestre, adrenalina e testosterona à flor da pele. Muito vinho e disposição.

Chegamos na quinta. Todos se instalaram da seguinte forma, definido por sorteio: no piso de baixo, no quarto de casal, Marcio e Marcia. Na sala, em um colchão de ar, Carlos e Carol. No segundo ambiente da sala, a Bia. No andar de cima, em um quarto eu e a Nanda, e no outro os três solteiros. Começamos, então, os preparativos para um fondue. Os vinhos foram sendo derrubados um a um. Chileno, da serra, da colônia, doce, espumante, mais chileno. Todos em alto astral, em forma, atraentes, e aquele clima de quem será que vai pegar a Bia, a única solteira. Eram três contra uma.

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