A Japonesa Ciclista

A Japonesa Ciclista

Olá, meu nome é Juan e tenho vinte e três anos. Ah, essa foi a transa mais esportiva que já tive. Também minha primeira ao ar livre e a primeira com uma oriental. Estava participando de mais um pedal no meio do cerrado, com um grupo de mais ou menos cem pessoas entre homens e mulheres vindos de várias cidades da região. Para esse pedal, fiquei super ansioso, pois no meio de tantas caras e bundas de sempre, surgiu uma ciclista nova no grupo: Yume.

Com seus vinte e poucos anos, ela me chamou a atenção primeiro pelo lindo rosto de olhinhos puxados. Segundo, pelo corpo incrivelmente sexy de ciclista. No pedal, quase todos (e todas) usam roupas bem justas. Algumas mulheres dizem que ficam constrangidas com as bermudas coladas de nós homens, mas isso é porque as bucetas delas ficam inflamadas e elas ficam com vergonha. Só que outras têm coragem de assumir que são é loucas por um homem de bermuda justa. Ou pela sua vara, mais precisamente. Se roupa justa era normal pras mulheres, no corpinho de Yume ela jamais passaria despercebida. A turma falava que ela era japonesa nata, mas que havia se mudado para nosso país com a família quando pequena e se naturalizado brasileira. A japinha tinha uma bundinha empinadinha, as pernas separadas uma da outra e a coxas de atleta grossas na medidas certa. Quando ela montava na bike e pedalava, eu imaginava ela montando em mim e exercitando o meu pau.Continuar leitura

Fotos para meu sogro

fotos-para-meu-sogro

Conheci o Alberto no primeiro ano de Faculdade, nos apaixonamos e começamos a namorar. Não demorou para ele querer me apresentar para a família.   Quando entrei naquela casa fiquei maravilhada, sabia que a condição deles era boa, mas não imaginei que fosse tanto. Estavam todos me esperando, menos meu sogro, que ainda estava no trabalho e ia se atrasar. Minutos depois ele chegou e não conseguia disfarçar os olhares para mim. Eu nunca havia olhado para um cara mais velho daquele jeito, ele me olhava e eu tremia. Ele, por sua vez, me encheu de elogios perto da família toda. Disse que seu filho tinha ganho na mega-sena. Conforme o embalo da noite, ele foi bebendo e bebendo, sem parar de me olhar e sem disfarçar. Por algumas vezes percebi que Lourdes, minha sogra, olhava para ele com expressões feias. Continuar leitura

Monica e Angela, juntas

Ele jamais imaginaria que a empregada da casa desconhecida daria mole para ele, muito menos que a proprietária também precisaria de sua ajuda.

monica-angela-juntas

Moro no interior de SP, na cidade de Araçatuba. Sou casado há quase 5 anos. Próximo ao meu trabalho, há diversas residências e sempre que eu chego para trabalhar, vejo uma morena baixinha com seios perfeitos, bunda redonda e pernas grossas, mas nunca pensei em trair minha esposa, que por sinal é muito linda.

Porém um dia estava meio puto da vida, pois eu estava com um baita tesão e minha mulher cismou de não transar antes de ir trabalhar. Aí, quando estou chegando com o carro, vejo a morena. Ela me olhou, encarou mas não esboçou nada que me desse uma oportunidade de falar alguma coisa. Como sou insistente, dei a volta no quarteirão e vi onde ela entrou. Pelo jeito, parecia ser empregada doméstica de uma das casas que ficavam nas redondezas.

Continuar leitura

Passeio no Parque

Passeio no Parque

Via sua saia dançando a cada rajada de vento. Expectativa oscilava a todo instante que o tecido subia acariciando sua pele lisa e bronzeada. Ficava ainda mais exaltado quando lembrava que suas roupas íntimas não participam de nossos passeios ao parque.

E no vai e vem de pessoas descompromissadas, Flavia abaixava sutilmente seu tomara-que-caia mostrando suas grandes auréolas róseas, cercadas pela fartura carnal de suas mamas tão fofas. Provocando-me mais e mais.

Continuar leitura