Meu Primo Safado

Meu Primo Safado

Desde pequena eu e meu primo tínhamos um certo chega mais. Vira e mexe pegavam a gente brincando de médico no banheiro ou no salão de festas da casa da minha vó. Aos quatorze anos fui morar com minha tia, mãe desse primo. Minha tia era muito rígida e ele por ser 6 anos mais velho que eu, já tinha namorada e uma vida normal de qualquer jovem dessa idade. Sempre que minha tia saía, eu ia junto com ela, nunca acontecia nada que pudesse sequer lembrar os fatos ocorridos na nossa infancia.

Certo dia fiquei de castigo e meu primo chegou mais cedo, pois teve um desentendimento com a namorada. Minha prima mais nova estava com minha tia e a mais velha estava com o namorado na casa dele. Era sexta-feira e nesse dia passava, num certo canal, filmes eróticos a partir das 22h. Eu estava no quarto e por lá fingi que fiquei. Meu primo na sala começou a assistir e ia aumentando o volume. Curiosa, fui na espreita ver o que ele estava fazendo e aquilo me deu um tesão incrível. Corri no quarto e fingi estar saindo do quarto para ir até a cozinha. Acendo a luz e ele abaixa o som vindo da sala, então perguntei se ele quer água. Ele, claro, aceita. Que bom! Continuar leitura

A Japonesa Ciclista

A Japonesa Ciclista

Olá, meu nome é Juan e tenho vinte e três anos. Ah, essa foi a transa mais esportiva que já tive. Também minha primeira ao ar livre e a primeira com uma oriental. Estava participando de mais um pedal no meio do cerrado, com um grupo de mais ou menos cem pessoas entre homens e mulheres vindos de várias cidades da região. Para esse pedal, fiquei super ansioso, pois no meio de tantas caras e bundas de sempre, surgiu uma ciclista nova no grupo: Yume.

Com seus vinte e poucos anos, ela me chamou a atenção primeiro pelo lindo rosto de olhinhos puxados. Segundo, pelo corpo incrivelmente sexy de ciclista. No pedal, quase todos (e todas) usam roupas bem justas. Algumas mulheres dizem que ficam constrangidas com as bermudas coladas de nós homens, mas isso é porque as bucetas delas ficam inflamadas e elas ficam com vergonha. Só que outras têm coragem de assumir que são é loucas por um homem de bermuda justa. Ou pela sua vara, mais precisamente. Se roupa justa era normal pras mulheres, no corpinho de Yume ela jamais passaria despercebida. A turma falava que ela era japonesa nata, mas que havia se mudado para nosso país com a família quando pequena e se naturalizado brasileira. A japinha tinha uma bundinha empinadinha, as pernas separadas uma da outra e a coxas de atleta grossas na medidas certa. Quando ela montava na bike e pedalava, eu imaginava ela montando em mim e exercitando o meu pau.Continuar leitura

No Banheiro do Cinema

No Banheiro do Cinema

Era uma sexta-feira. Tinha saído do trabalho ao fim da tarde e resolvi espairecer com uma ida ao cinema. Passando em frente ao Olímpia, olhei para os cartazes e o filme em exibição não podia ter um título mais sugestivo: “Loira detonada”. Entrei e o meu lugar preferido estava vago. Entre o corredor e a parede havia filas de 3 lugares apenas, então escolhi o lugar do meio na última dessas filas. Podia estar mais ou menos à vontade, sem ninguém atrás ou ao lado. O filme estava no início, mas a loira já estava ocupada com 2 negrões. Enquanto um deles lambia a buceta dela, ela mamava o pau do outro que era enorme. Passados uns minutos, ela já gritava com uma DP, um mulato alto pediu-me licença para passar para o lugar ao meu lado, encostado à parede. Encolhi as pernas e logo que ele se sentou, um negro baixinho sentou-se no outro lugar ao meu lado. Achei que já não estava á vontade e ia-me a levantar quando o mulato me segurou no braço e me forçou a sentar. Olhei p’ra ele com cara de poucos amigos mas ele estava com um sorriso sacana e disse-me: “você quer ficar. O que é que o excita mais? A loira ou os negrões?”. Não respondi e ele insistiu: “está sonhando com as cobras dos crioulos? Você pode realizar seus sonhos”. Para o desafiar, disse-lhe: “e há aqui alguém capaz disso?”. Ele voltou a mostrar aquele sorriso safado, pegou na minha mão e colocou-a no seu colo, por cima do cacete.

— Sente só o volume — disse ele.

— Não sinto nada de mais — menti. Na verdade, dava p’ra sentir que ele era bem abonado. Mesmo flácido o pau dele parecia enorme. Continuar leitura

Aventura com o Professor do Cursinho

Aventuras com o Professor do Cursinho

Meu nome é Ana Julia, tenho 19 anos. Namoro há três anos, e há um ano morando junto. Neste ano comecei a fazer cursinho pré-vestibular em uma das escolas mais renomadas da cidade. Todos os professores são novos, o que jamais imaginaria, mas é legal. Enfim, foi se passando os períodos, e mais professores novinhos e gatinhos foram aparecendo. Tenho um professor de geografia, novo, gato e separado – ou seja, solteiro. Ele é super descolado, brinca, conversa, descontrai mas sempre dando sua aula normal.

Uma bela sexta-feira, eu sempre ia de moto para as aulas, tive que ir de ônibus por estar sem opção, pois minha moto e o carro do meu namorado estavam com problema. O inesperado aconteceu, choveu. Fiquei morrendo de raiva, porque justo aquele dia que ia sair mais cedo. Na hora de ir embora, tive que enfrentar a chuva. Não achei tão ruim assim, pois precisava lavar a alma. Quando eu estava já molhada, virando a esquina da escola, parou do meu lado uma carro preto, abaixou o vidro e disse: “o que aconteceu? Tá de pé hoje? Entra aí, que te dou uma carona”. Adivinha quem era. O gatinho do professor de geografia. Eu, sem pensar duas vezes, entrei no carro, e já entrei me desculpando: “Ai, me desculpa, vou molhar todo o seu carro, pode me deixar ali na avenida pra eu pegar o ônibus. Minha moto quebrou, estou sem carro esses dias”. Não sabia o que fazer, e olhei pra ele, quando percebi ele estava com um ar de riso. Não me aguentei e ri também, não sabia porque, acho que era de nervoso.Continuar leitura

Fotos para meu sogro

fotos-para-meu-sogro

Conheci o Alberto no primeiro ano de Faculdade, nos apaixonamos e começamos a namorar. Não demorou para ele querer me apresentar para a família.   Quando entrei naquela casa fiquei maravilhada, sabia que a condição deles era boa, mas não imaginei que fosse tanto. Estavam todos me esperando, menos meu sogro, que ainda estava no trabalho e ia se atrasar. Minutos depois ele chegou e não conseguia disfarçar os olhares para mim. Eu nunca havia olhado para um cara mais velho daquele jeito, ele me olhava e eu tremia. Ele, por sua vez, me encheu de elogios perto da família toda. Disse que seu filho tinha ganho na mega-sena. Conforme o embalo da noite, ele foi bebendo e bebendo, sem parar de me olhar e sem disfarçar. Por algumas vezes percebi que Lourdes, minha sogra, olhava para ele com expressões feias. Continuar leitura

Fim de Semana com Neide

neide

Meu nome é Vera, sou morena, bonita, 1.63cm de altura, e peso 57kg. Dizem que sou muito gostosa também, pois tenho um bumbum arrebitado e seios médios, de mamilos rosados e pontiagudos. Coxas grossas e bem torneadas. Sempre ouço muitos gracejos na rua quando estou sozinha, uns eu até gosto, os vulgares eu finjo que não ouço.

Fui convidada para passar o domingo na casa da Neide, minha amiga dos bons momentos na faculdade, onde éramos amigas confidentes. Cúmplices, chegamos a ter uma transa. Já fazia algum tempo que não nos víamos, pois depois que casamos, passamos a morar longe uma da outra. Eu estava louca de tesão por ela. Peguei o carro e fui para sua casa que fica em Alvorada do Sul, cidade a 70 km de Londrina, à beira de uma linda represa. Fui sozinha, pois o maridão tinha um trabalho para fazer no fim de semana. Azar o dele. Lá chegando, ela me recebeu com um beijinho na boca de leve. Demos um abraço saudoso e logo levei minha minhas coisas para o quarto de visitas, que ficava ao lado da Suíte deles. Ficamos um pouco na cozinha ajudando o Claudio, marido dela, a preparar o almoço e depois descemos para a piscina que ficava na parte de baixo da casa. Deitamos para tomar sol e logo o Claudio desceu dizendo que iria no mercadinho comprar umas coisas que faltaram para o almoço.

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O Encontro

O Encontro

Ao chegar na cidade, você liga para mim e marcamos nosso encontro para o domingo à tarde. Fico hiper ansiosa para revê-lo. Penso em qual roupa vou usar, qual sapato, perfume e calcinha… Calcinha melhor nem usar. Mentalmente escolho tudo, pensando em cada detalhe da minha produção. Um misto de alegria, de felicidade, de êxtase. Ah! Como é bom sentir tudo isso novamente. Isso é melhor que qualquer entorpecente.

Já são quase 13h, falta muito pouco para estar em seus braços, sentindo seu cheiro, seu gosto, sentindo você, meu amor. O tempo passa lentamente. Sigo me arrumando de acordo com a produção que imaginara antes. Decido não usar nada por baixo do vestido. Uau!

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