Perdendo a Virgindade com o Irmão

Perdendo a Virgindade com o Irmão

O pai de Kaio se casou com a minhã mãe. E todas as férias Kaio vinha pra cá, mas desde que a mãe dele adoeceu, ele não veio mais. Fazia quatro anos que eu não o via mais. Até que a mãe dele faleceu de câncer. Seu pai, meu padrasto, convidou ele para morar com a gente, e para a minha surpresa ele aceitou. Ele tinha 21 anos. Eu estava vindo da escola com um amigo que me deixou em casa de moto. Quando fui me aproximando da casa eu vi aquele moço lindo sentado nas escadas da porta. Me encarando.

— Oi, Danne!

— Kaio?

— Oi, garota, você cresceu, hein?

— Você também.

Ele me deu um beijo na testa e sorriu plenamente. Continuar leitura

Meu Primo Safado

Meu Primo Safado

Desde pequena eu e meu primo tínhamos um certo chega mais. Vira e mexe pegavam a gente brincando de médico no banheiro ou no salão de festas da casa da minha vó. Aos quatorze anos fui morar com minha tia, mãe desse primo. Minha tia era muito rígida e ele por ser 6 anos mais velho que eu, já tinha namorada e uma vida normal de qualquer jovem dessa idade. Sempre que minha tia saía, eu ia junto com ela, nunca acontecia nada que pudesse sequer lembrar os fatos ocorridos na nossa infancia.

Certo dia fiquei de castigo e meu primo chegou mais cedo, pois teve um desentendimento com a namorada. Minha prima mais nova estava com minha tia e a mais velha estava com o namorado na casa dele. Era sexta-feira e nesse dia passava, num certo canal, filmes eróticos a partir das 22h. Eu estava no quarto e por lá fingi que fiquei. Meu primo na sala começou a assistir e ia aumentando o volume. Curiosa, fui na espreita ver o que ele estava fazendo e aquilo me deu um tesão incrível. Corri no quarto e fingi estar saindo do quarto para ir até a cozinha. Acendo a luz e ele abaixa o som vindo da sala, então perguntei se ele quer água. Ele, claro, aceita. Que bom! Continuar leitura

Rafael estudando em casa

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Tenho 16 anos e sou de uma família muito tradicional de uma cidade do interior de Goiás. Sempre estudei em escola particular.

Na minha atual escola, tem um menino, que vou chamá-lo de Rafael. O qual eu já fui apaixonada. Ele voltou a estudar comigo esse ano, e quando o vi, estava determinada a conquistá-lo. Ao decorrer do ano, Rafael e eu nos tornamos muito amigos, e toda sexta-feira ele vem aqui para casa estudar. Numa dessas sextas, ele disse que estava gostando de uma menina muito linda e que essa menina era eu. Nós ficamos aqui mesmo, escondido da minha família, é claro.

No outro dia na escola, como nós sentávamos um do lado do outro, não paramos de nos encarar e trocar sorrisos, e junto com outra amiga, começamos a falar sobre sexo. Falamos sobre quem eram os virgens da nossa sala. Falamos um por um deles e na hora que chegou na vez dele, ele admitiu ser. Eu fiquei louca quando ele disse isso. Na sexta-feira seguinte, sabendo que meus pais e nem meus irmãos estariam em casa, coloquei um vestido bem justo e bastante decotado. Sou alta, branca e os cabelos longos, cor de mel e bem lisos. E tenho um corpo de deixar muita mulher mais velha com inveja, bundão, peitão e curvas muito bem definidas. Quando o Rafael chegou, ele me olhou de cima em baixo e disse que estava linda. Enquanto estudávamos percebi que ele não parava de olhar para meu decote.

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O Professor de Física

madrugada

As aulas finalmente haviam começado. Com elas, professores e colegas novos haviam chegado. Na segunda semana de aula, todos eles já haviam se apresentado e todo mundo já tinha pelo menos um amigo dentro da classe com quem fazer trabalhos e coisas do gênero. Porém a personalidade das pessoas parece nunca mudar. Um estoque de otários e vadias que apenas se renovava a cada ano, em cada colégio.

Meu nome é Melina e é perceptível que eu não sou nada normal. Até aquele momento, felizmente o professor ou professora de física ainda não havia se apresentado. E isso era bom. Porém, numa quarta feira da segunda semana de aula, finalmente tivemos a trágica noticia de que na sexta-feira daquela mesma semana, o maldito (ou maldita) teria a última aula do dia conosco. Foi como esperar pela morte. Sôfrego e impossível evitar.

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A Primeira Vez de Uma Ingênua

ingenua

A primeira vez a gente nunca esquece. Principalmente se for do jeito que a gente sonhou. Eu era virgem, cabaço mesmo, de beijo e tudo mais. Meu nome é Daniela, minha irmã, Patrícia e meu cunhado, Guilherme. Não falarei mais em nomes.

Minha irmã mais velha estava casada há poucos meses e eu achava o meu cunhado um gato. Desses de se perder a cabeça. E o cabaço. Foi isso que acabou acontecendo. Vou contar.

Furtivamente, eu o admirava a ponto de ficar babando quando o via só de sunguinha no clube que frequentávamos. Babava e sonhava. Certo dia, cheguei à casa da Tata — é assim que eu me referia à minha irmã — e entrei, sorrateira, pela porta do fundo. Passava da uma hora da tarde de uma tarde de sábado. Porta encostada, entrei e fui para a sala e imediatamente comecei a ouvir sussurros e gemidos. Minha irmã estava entrando na vara. Meu corpo incendiou. Fiquei na escuta e imaginava a cena que ali poderia estar ocorrendo. No ápice da foda dos dois, corri pro banheiro e bati um siririca. Tive um arremedo de orgasmo. Orgasmo mesmo de fato eu ainda sequer imaginava como fosse.

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Temporal de Prazer

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Era uma madrugada de inverno, eu tinha acabado de trocar de roupa e alimentar os peixes. Havia um temporal terrível lá fora e meus pais não estavam em casa. Meu irmão havia ido para a casa da vovó e eu estava sozinha esperando começar um filme de terror. Então ouvi a campainha tocar e logo fiquei assustada, desesperada e tremendo toda. Eu olhei pelo olho mágico e pude ver meu namorado. Ele estava úmido e um pouco trêmulo Abri a porta e o recebi aos beijos.

Ofereci um pouco de chocolate quente a ele enquanto ele se enxugava com uma toalha branca e seca. Ele, por sua vez, admirava meu bumbum enorme, que eu sempre tive, pois herdei da minha mãe. Eu e ele nunca chegamos a ficar totalmente sozinhos, pois éramos bem novos. Eu estava preparando o chocolate quente quando eu senti seus braços agarrarem minha cintura e sua respiração no meu ouvido. Fiquei completamente arrepiada e fechei os olhos, sentindo a sensação. Ele subiu as mãos para meus seios e os agarrou e depois segurou nos mamilos e ficou apertando levemente e os rodando delicadamente.

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Estudando Física e… seu Corpo

A moça vai estudar física na casa do amigo, mas devido a uma tempestade, ela acaba tendo que dormir lá. Muita sacanagem acontece.

Eu não sou do tipo de pessoa que sai ou frequenta baladas. Na verdade, prefiro ficar no meu quarto, vendo um bom filme ao som da chuva. E essa história coincidentemente tem a chuva como seu plano de fundo. Eu estava na escola quando meu amigo me chamou para ir a casa dele para podermos estudar para a prova de física, que era no dia seguinte. Eu aceitei numa boa, já que ele sempre me ajudava quando precisava. Sai da escola e fomos direto para a casa dele, que por sinal, ficava bem longe da minha.

Ao chegar lá, fizemos tudo como combinado: estudamos muito e estávamos muito satisfeitos, já que sabíamos toda a matéria e a chance de ir bem seria certa. Contudo, já era umas 9h da noite. Sua casa estava vazia e seus pais estavam viajando. Nesse instante caía uma tempestade lá fora, e o trânsito estava horrível, de acordo com os noticiários. Então minha mãe me liga e diz para eu dormir no meu amigo, já que seria muito perigoso eu voltar para casa em meio tanta chuva.

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