Esperando em frente ao Prédio

Era novembro. A primavera vinha com tudo e Vivian acordou decidida a viver aquele dia como se fosse o último de sua vida. E talvez fosse. Não demorou muito pra que ela soubesse exatamente o que queria fazer, pela primeira e, última vez.
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Era novembro. A primavera vinha com tudo e Vivian acordou decidida a viver aquele dia como se fosse o último de sua vida. E talvez fosse. Não demorou muito pra que ela soubesse exatamente o que queria fazer, pela primeira e, última vez.

Vestiu seu vestido mais bonito, curtinho e leve, com estampa de flores. Ele caia bem sobre seu corpo, moldava bem seus seios não tão grandes, deixava à mostra suas pernas branquinhas e destacava sua bunda grande. Além disso, colocou um arco em seus cabelos loiros, adorava ficar com cara de menina. Seu cheiro e o que estava por baixo do vestido florido eram um show à parte. Vivi passou seu melhor perfume, queria que ele ficasse marcado. E vestiu seu conjunto de calcinha e sutiã brancos de algodão.

Passava um pouco do meio dia e meia quando parou em frente ao prédio. O prédio dele. Sabia que logo ele desceria para o almoço. Encostou-se em um canto e deixou de propósito uma das alcinhas de seu vestido caídas pelos braços. Não demorou muito até que Vivi avistasse Felipe saindo com os amigos. Sua pele morena contrastava com uma camisa branca de dizeres engraçados. Ela olhou em direção, certa de que ele sentiria sua presença e cedo ou tarde seus olhos estariam nos dele. E assim foi. No momento em que Fê pôs os olhos em Vivi, ela sentiu as pernas vacilarem e teve certeza que se o mundo acabasse ali, teria valido a pena. Sem dizer uma palavra, sem fazer qualquer sinal, eles caminharam um em direção ao outro como se se conhecessem há anos. E talvez se conhecessem. Se aproximaram em questão de segundos e ambos tinham certeza que o almoço daquele dia seria diferente de todos os outros.

Próximos, Vivi encaixou suas mãos na nuca de Fê, que rapidamente a puxou pela cintura. Com um tchau quase despercebido, Felipe dispensou os amigos. Então, as coisas começaram a acontecer. Vivi pela primeira vez sentiu aquela boca gostosa, e linda, na sua. Se beijaram com vontade, quase com violência. Fê chupava com força a língua de Vivi, já mostrando o que é que ele queria. Quando, longos minutos depois se soltaram, Fê sem dizer qualquer palavra, pegou Vivi pelas mãos e em pouco tempo estavam os dois se devorando novamente no elevador do prédio dele. O elevador se abriu e Felipe conduziu Vivi por entre portas e corredores, até parar na entrada de uma salinha minúscula.

Entraram, ele fechou a porta e sem a menor paciência enfiou a mão por baixo do vestido dela. Com os dedos ávidos tocou sua calcinha e sentiu que era de algodão, como um dia ele dissera que preferia. Com mais avidez ainda, enfiou os dedos pela lateral da calcinha, massageando o clitóris de Vivi, fazendo com que ela com uma das mãos puxasse seu cabelo e com a outra descesse explorando o corpo de Felipe. Em seguida, Fê virou Vivi e a encostou na parede e colou seu corpo no dela. Primeiro só se esfregou nela, roçando seu pau ainda dentro da cueca naquela bunda gostosa. Pouco depois se afastou e levantou o vestido de Vivi só o suficiente para ver sua bunda. Puxou a calcinha fazendo com que ela se enfiasse e arrancando um gemido alto de Vivi.

Com sua mão grande Fê desceu os dedos pela bunda de Vivi até alcançar sua bocetinha, socando sem o menor pudor dois deles nela. Colou sua boca na nuca de Vivi e gemendo baixinho começou a dar estocadas com seu dedo na boceta de Vivi sem parar de roçar seu pau já latejando em sua bunda. Vivi rebolava e gemia baixinho, movimentando-se pra sentir cada vez mais aqueles dedos dentro dela. Fê alisava sua bunda e mais que depressa deu nela um tapa. Satisfeito em ver sua mão marcar a pele branca de Vivi deu outro e outro, sentindo seu pau pulsar a cada grito de Vivi. Ele adorava bater naquela bunda. E na bocetinha também, a cada estocada era um tapa no clitóris. Vivi achou que fosse gozar ali mesmo na mão de Fê.

Quando Felipe terminou de deixá-la toda vermelhinha, ele a virou e mantendo o vestido levantado, desceu sua calca e, sem tirar a cueca, colocou seu pau cheio de veias pra fora. A boca de Vivi encheu d’água, mas ela sabia que aquilo ficaria para um outro “último dia de vida”. Sem o menor dó, Fê levantou uma das pernas de Vivi para abri-las e meteu com força, gemendo alto enquanto sentia a bocetinha de Vivi engoli-lo. Com a boca cravada nos ombros de Vivi, Fê metia rápido e gemia entre os dentes. E, é claro, enchia de tapas a bunda de Vivi.

A cada estocada Vivi gritava e puxava mais o corpo dele pra junto do seu. Sentindo que logo gozaria, Felipe sem tirar o pau de dentro de Vivi se sentou na cadeira que ficava próxima à porta e puxou Vivi pra que sentasse com força em seu colo. Abocanhou os seios dela e começou a meter com ainda mais vontade. Vivi puxava o cabelo dele e gemia se sentindo prestes a gozar. E, como se houvessem combinado, quando Felipe tirou o pau e deu uma última estocada forte e funda na boceta de Vivi, ambos gozaram gemendo alto o nome um do outro. Suados, não se desgrudaram, precisavam de mais. Mas isso é história. Isso é outra vida. Isso é outro daqueles dias vividos como se fosse o último.

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Este conto foi escrito pela leitora Deb Frois.

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