Estudando Física e… seu Corpo

A moça vai estudar física na casa do amigo, mas devido a uma tempestade, ela acaba tendo que dormir lá. Muita sacanagem acontece.
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Eu não sou do tipo de pessoa que sai ou frequenta baladas. Na verdade, prefiro ficar no meu quarto, vendo um bom filme ao som da chuva. E essa história coincidentemente tem a chuva como seu plano de fundo. Eu estava na escola quando meu amigo me chamou para ir a casa dele para podermos estudar para a prova de física, que era no dia seguinte. Eu aceitei numa boa, já que ele sempre me ajudava quando precisava. Sai da escola e fomos direto para a casa dele, que por sinal, ficava bem longe da minha.

Ao chegar lá, fizemos tudo como combinado: estudamos muito e estávamos muito satisfeitos, já que sabíamos toda a matéria e a chance de ir bem seria certa. Contudo, já era umas 9h da noite. Sua casa estava vazia e seus pais estavam viajando. Nesse instante caía uma tempestade lá fora, e o trânsito estava horrível, de acordo com os noticiários. Então minha mãe me liga e diz para eu dormir no meu amigo, já que seria muito perigoso eu voltar para casa em meio tanta chuva.

Já tínhamos estudado muito e nada mais justo do que um pouco de descanso. Ele me chamou pra ver um filme no quarto dele. Era um romance, e tudo se encaixava com aquela situação: a chuva, o quarto, nós dois. Não sei porque, mas pela primeira vez o olhei não como amigo, mas com o desejo de tocar seus lábios grossos e rosados.

O filme acabou e ele me olhou nos olhos e disse:

— Não quero que nossa noite termine assim — e me deu um beijo leve e longo, mas com desejo em sua boca quente e macia. Aquilo me deixou louca. Levantamo-nos e continuamos a nos beijar. Ele tirou sua camisa, e depois a calça.

À medida que a gente ia se encontrando entre beijos e amassos, ele foi me despindo, peça a peça. Ficamos somente de roupas íntimas. Até que ele retirou meu sutiã e foi descendo sua boca até meus seios, acariciando com beijos e mordiscadas. Sua mão descobria meu corpo, assim como a minha descobria o seu. Então ele retirou sua boxer preta, que fazia um belo contraste com sua pele clara. Seu membro já estava ereto. Era a primeira vez que eu via um homem despido na minha frente.

Nós nos deitamos e ele retirou minha calcinha. Confesso que no incio fiquei meio envergonhada, mas depois a vergonha foi passando, à medida que ele acariciava minha intimidade. Sua boca quente, sua língua… aquilo me deixava excitada.

Depois de um tempo, ele me conduziu ao seu membro e pediu que eu fizesse sexo oral. Meus olhos entregavam minha inexperiência, então ele segurou minha mão e coloco-a em seu orgão, o masturbando. Depois eu coloquei minha boca, meio sem jeito, confesso. Foi movimentando, e isso fazia com que ele gemesse. Como era minha primeira vez, ele não forçou muito seu pênis em minha boca.

Depois, ele me deitou e abriu minhas pernas. Eu senti um frio na barriga: minha virgindade estava próxima de ser retirada. Ele me olhou ternamente, me deu um beijo e disse:

— Calma meu amor, eu também sou virgem. Quero que seja especial pra nós dois.

Ele acariciou seu membro na minha intimidade, e então segurou minha mão e começou a penetrar. Seus olhos pediam permissão para que ele fosse até o fim, só que meus gemidos de dor o barrava. Aos poucos ele introduziu todo seu membro. Minha dor era insuportáel, e lágrimas saíram de meus olhos. Ele, ainda imóvel e dentro do meu corpo, me deu um beijo e disse que ia cuidar de mim, que não iria me fazer sofrer. Os seus movimentos foram começando leves, mas contínuos. A dor ainda era grande, mas o prazer começou a tomar conta de mim.

Ele aumentou o ritmo. Gemíamos juntos entre beijos e abraços. Depois, nos viramos de lado, e ele inseriu-se de novo. Então voltei à posição inicial. Suas estocadas já estavam fortes e muito rápidas. Eu já não aguentava mais de tanto prazer, e ele gemia alto, quase não respirava: até que ele olhou nos meus olhos e disse não aguentar mais. Ele retirou seu membro e ejaculou na cama. Ele respeitou meu corpo, já que era minha primeira vez.

Após isso, ele me beijou e disse que foi a melhor coisa que ele já tinha feito, e ficou feliz de ter sido comigo. Tomamos um banho e fomos dormir, juntos, abraçados. Já não era mais eu ele. Éramos um amor, frutos de uma amizade, agora regada pelas pétalas vermelhas e perfumadas da paixão. De eu e você, passamos a ser… nós.

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Este conto foi escrito pela Lana G., escritora.

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