Êxtase

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Êxtase

Eu sempre amei-a e sempre vou amá-la.

Naquele dia ela estava com um lindo vestido azul claro, pouco a cima de seus joelhos. Ele caía sobre seu corpo curvilíneo valorizando sua cintura fina e seu quadril largo. Meus momentos preferidos são quando dançamos nuas, coloco minhas mãos em torno de sua cintura e ela apoiava sua face em meu peito com seus olhos fechados, imaginando nosso futuro. Ela estava em pé em frente à cama, seu cabelo, castanho claro, cortado bem curtinho, como eu sempre gostei. Seus olhos verdes eram contraditórios, pareciam inocentes porém expressavam desejo.

Ela sempre gostou de me ver deitada na cama nua, apenas minhas tatuagens cobrindo a minha pele pálida. Meu cabelo ruivo contrastava com os lençóis brancos e brilhava com a luz das velas.

Finalmente não resistiu e veio até a mim. Começou beijando meus pés. Massageava-os enquanto começou a subir, beijando minha canela bem lentamente, para eu sentir seus lábios rosados acariciando levemente minha pele. Mordeu a tatuagem de minha coxa. Eu acariciava seu cabelo num misto de tesão e ansiedade. Ao chegar em meu sexo, desviou estrategicamente, me deixando mais maluca. Continuou a beijar minha barriga, passando vagarosamente seus dedos sobre os contornos do meu corpo, subiu mais um pouco e encontrou meus seios. Eu envolvia seu corpo com minhas pernas. Ela beijou cada uma das sardas ao redor dos meus seios. Com sua mão direita começou a acariciar um de meus mamilos e a chupar bem devagar o outro. Eu já não me aguentava mais, apertava sua bunda e secretamente implorava para que ela me tocasse. Então ela começou a morder e beijar meu pescoço. Arrepiou todos os meus pelos. Apertei com força sua cintura. Beijamo-nos ternamente, carinhosamente, num ardor hipnotizante e ardente.

Então me tocou. Ela percebeu o quanto já estava molhada, me acariciou me deixando maluca. Enquanto isso nos beijávamos mas eu nem mais sentia o resto do meu corpo. Aos poucos ela colocou um de seus dedos dentro de mim, bem devagar. Não aguentei e suspirei alto. Ela sabia exatamente onde encostar. Não conseguia nem beijá-la mais. Seu dedo entrava e saía de mim, cada vez mais molhado. Eu segurava em seus peitos firmes, já fora de mim. Conforme foi aumentando o ritmo, eu fiquei sem ar. Sentia que estava tão molhada que escorria pelas minhas coxas, o que aparentemente a excitava.Não aguentei. Gozei. Não uma, nem duas vezes, gozei mais de dez vezes. Sentia o calor passando por todo o meu corpo, que tremia. Correntes elétricas me tirando da Terra, pressões que me faziam gemer. Estava em êxtase.

Devo ter demorado uns dez minutos até voltar a mim. Beijamos novamente e dessa vez eu decidi deixá-la maluca. Abri suas pernas, deixando-a pronta para mim. Vi seus poucos pelinhos quase loiros e comecei a lamber sua virilha. Mordiscava sua coxa e beijava em volta de seus lábios rosados.  Aos poucos comecei a lambê-la. Sentia seu gosto quase doce. Comecei então a beijar bem rapidamente seu clitóris, rosado e tão pequeno. A cada beijo ela suspirava mais. Então comecei a lamber aquela fruta bem devagar. Ela acariciava meus cabelos. Quando ela menos esperava, eu fazia uma sucção, e eu podia ver que isso a deixá-la maluca. Gradativamente fui lambendo mais rápido e chupando mais. Ela gemia alto o suficiente para me deixar molhada novamente. Quando percebi que estava quase gozando, parei e enroscamos nossas pernas, com nossos clitóris molhados e roçando um no outro. Gozamos juntas, gozamos muito, gozamos como se o mundo acabasse ali.

Após isso nos beijamos e dormimos abraçadas, compartilhando o calor do corpo alheio. E dormiremos assim para sempre, como duas eternas amantes.

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