Sexo na Igreja Evangélica

Sexo na Igreja Evangélica
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Que Deus me perdoe. Cometi um dos pecados mais abomináveis pela igreja. Não, eu não matei ninguém. Eu transei com a Vânia na igreja.

Fazemos parte de uma pequena igreja evangélica aqui na comunidade. Eu sou novo nessa igreja, me mudei recentemente para a cidade. Logo que comecei a ir, gostei muito do pastor Fernando e sua esposa Raquel. Vânia é muito empenhada na comunidade, vem todos os dias para a igreja, contribui muito, é abençoada. Nos conhecemos logo de cara. Ela é muito atenciosa com as pessoas.

Na primeira festa depois que eu entrei, há uns dois meses, Vânia foi quem me apresentou a todas as pessoas da comunidade.

Vânia tem 27 anos, tem negros cabelos compridos ondulados, que ficam sempre presos; grandes olhos castanhos; cor de pele morena e um corpo muito bonito. Suas pernas sempre muito bem arejadas por suas saias abaixo do joelho – que me excita muito. Ela tem peitos de tamanhos pequenos e raramente usa sutiã. Sempre me pego olhando para a silhueta de seus seios na camiseta. Enfim, é uma mulher linda.

Desde a primeira vez que a vi fiquei encantado. Eu não sou bonito, tenho 35 anos, sou baixo e bem magro. Sou divorciado há 5 anos, desde quando aceitei a Jesus e percebi que minha esposa só me trazia o mal. Vânia é solteira. Já namorou algumas vezes, mas nenhuma delas lhe rendeu casamento.

Semana passada, no sábado, chegamos de tarde para preparar as coisas para o culto da noite. Arrumamos o altar, ligamos o sistema de som enquanto o pessoal da banda chegava. Fomos na salinha de dispensa pegar os cabos de som que faltavam. Quando Vânia se abaixou, eu pude ver suas nádegas redondas na saia jeans. Que visão bonita. Me lembrei que, desde que dediquei minha vida a Cristo, não tive nenhuma relação sexual, nem mesmo me masturbei.

Quando ela levantou, joguei-a na parede e tentei roubar-lhe um beijo. Ela ficou meio desconfortável de início, mas se entregou ao beijo molhado. Meu pau estava latejando na calça. Tentei pegar na sua bunda, mas ela não deixou. Tirou minha mão e imediatamente parou de me beijar. Virou o rosto e ficou pensativa por alguns instantes. Eu também estava confuso, sabia que não deveria ter feito isso.

Ela saiu da sala, levou os cabos ao altar e me chamou para arrumar o salão que fica no fundo da igreja. Não sabia exatamente como ela iria se comportar depois do incidente. Ao chegar no salão ela começou a falar que eu não deveria tê-la beijado, mas que ela estava sim interessada em mim. Contei que fora um impulso e que Deus me perdoaria, já que eu estava há muito tempo sem nenhuma relação sexual.

O papo foi melhorando, ela me contou que era virgem – como eu já tinha imaginado, afinal Deus não permite sexo antes do casamento. Eu contei para ela que era muito bom, mas que minha primeira vez não fora abençoada. A conversa deixou-a excitada, pois ela me atacou e nos beijamos por alguns longos minutos. Tentei minha investida involuntária em sua bunda novamente, dessa vez ela não se importou.

Soltei seu cabelo e com minha mão direita pude perceber como eram longos, chegavam até onde minha outra mão apalpava. Segui com minha mão por dentro de sua camiseta acariciando suas costas e fui levantando com cuidado. Minha mão esquerda estava agora subindo pela sua barriga, até que consegui tocar seus seios nus e senti seu biquinho pequeno se eriçando. Tirei sua camiseta e comecei a chupar seu pescoço, descendo lentamente até lamber seu mamilo escuro e durinho.

Ela era muito passiva, não fazia nada. Não sei se ela pensava no pecado que estava cometendo ou tinha esquecido de tudo, como eu. A única coisa que ela ainda tinha iniciativa era para beijar.

Passei as mãos pelas coxas, subindo sua saia aos poucos e sentindo cada centímetro de sua pele escura e quente. Quando cheguei à polpa da bunda, fiz um movimento brusco e a virei de costas para mim. Abaixei seu tronco e tive a belíssima visão de sua bunda redonda no topo de pernas exuberantes, delineada por uma calcinha branca bem pequena. Puxei sua calcinha para baixo e, por instinto, fui de cara em sua buceta. Senti seu cheiro virgem que era muito excitante. Meu pau estava muito duro, a ponto de explodir.

Depois de umas lambidas em seu clitóris cheio de pelos, que renderam bons gemidos de sua parte, abri meu zíper – mas não o botão –, abaixei a cueca e tirei meu pau para fora. Cuspi em minha mão e dei uma passada na glande. Cuidadosamente adentrei sua vagina, que estava incrivelmente molhada. Que delícia, por um momento achei que fosse gozar ali mesmo. Depois de tanto tempo sem ter prazer carnal, eu só pensava naquilo. O cheiro de sua buceta não saía do meu nariz.

Fui inserindo minha jeba com muito cuidado. Tinha medo que sangrasse, o que talvez desviaria sua atenção. Ao enfiar a cabeça inteira e retirá-la, pude perceber um pouquinho de sangue, mas não a deixei ver. Puxei seu enorme cabelo enquanto colocava meu pau mais fundo ainda. Ela estava de olhos fechados e com uma carinha de safada. Será que doía? Ela gemia bem baixinho, mas ofegava muito.

Abaixei-me e comecei a lamber suas costas enquanto metia um pouco mais rápido. A moça era virgem e nós não usávamos camisinha. Eu tinha que tomar muito cuidado para não engravidá-la. Acelerei ainda mais o ritmo. Ela gemia muito. Comecei a esfregar seus cabelos pubianos procurando por seu clitóris e então percebi que iria gozar. Tirei meu pau para fora e a puxei de frente para mim, ajoelhada no chão. Gozei em seus peitos pequenos com muita força. Respirei com força, quase querendo gritar. Ela fazia uma cara de assustada, mas em nenhum momento contestou o que eu fazia.

Depois de todo esse prazer, pelo menos por minha parte, peguei sua camiseta e limpei a porra de seus seios. Por sorte nenhuma gota foi parar em seu cabelo.

Embora ela tenha se sentido culpada, descobri que ela gostou muito. Eu fiquei bem mal, não só por ter violado uma das moças mais puras da comunidade, mas também por ter feito na igreja. Espero que o Senhor me perdoe.

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