Tocada pelo Irmão

Patrícia recebe a ligação de seu irmão numa sexta-feira à noite. Ele parece preocupado, diz que tem algo importante a lhe dizer. O que será?
Tocada pelo Irmão
202 votos

Sexta-feira à noite em casa, no meu quarto, quando aparece Rubens à porta. Meu irmão disse que precisava falar algo muito importante para mim. Autorizei sua entrada e ele, timidamente, adentrou. Pensei de se tratar de um assunto importante já que ele estava sério e pálido, e aproveitando que estávamos sós em casa. Sentou-se em minha cama ao meu lado e olhou pra mim, enquanto falava que a conversa teria que ficar em segredo e que caso alguém, além de nós, soubesse, ele estaria perdido. Na hora, em meus pensamentos pensei que ele iria assumir ser gay ou algo do tipo, embora nada lembrasse ou parecesse, confesso que cogitei.

Para meu engano, enquanto seus olhos corriam sobre meu corpo, segurando minhas mãos, ele disse:

— Patrícia, eu te desejo!

Fiquei chocada com aquilo, perplexa, surpresa. Rubens estava cabisbaixo e agora com as mãos no bolso. No momento seguinte, tentou acariciar minha barriga, dizendo:

— Desejo muito você, Patrícia e quero transar com você.

Achei aquilo de uma petulância sem tamanho, ao me levantar e se esquivar dele, retruquei:

— Rubéns! Você está louco!? Somos irmãos!

Ele, convicto, foi logo respondendo que mesmo assim me desejava muito, que era mais forte que ele, e que não havia mal algum em transarmos. Dessa forma, que eu teria que ser dele!

Aquilo só me deixou confusa e surpresa, ela não falou nenhuma mentira, me sentia só, carente, e nunca trai meu namorado, sequer pensava em transar com outros caras pra satisfazer meu desejo. Foi quando ainda dentro do quarto ele veio ao meu encontro, do outro lado da cama, sentou ao meu lado e tentou acariciar minha barriga novamente dizendo que se agente transasse ali e ficasse em segredo não teria problema. Tinha camisinhas e estávamos a sós, o que mais nos comprometeria naquele instante? Foi quando no auge do meu espanto falei:

— Fora do meu quarto, seu safado. Fora!

Ele me olhou nos olhos, senti uma tristeza se abater nele e então saiu. Fechei a porta e fiquei ali no meu quarto chorando, não podia acreditar no que acontecera, meu irmão me aliciando descaradamente, ainda mais estando apenas eu ele morando sós, e se ele tentasse me pegar a força? Fiquei pensando preocupada a chorar até pela madrugada.

No outro dia não tomamos café da manhã juntos, ela já tinha saído, foi então que por loucura entrei no quarto dele pra fazer a faxina e sem pensar direito comecei a mexer nas coisas dele sem ao menos saber o que procurava, foi quando pra minha surpresa encontrei dentro do seu guarda roupa revistas masculinas com mulheres conhecidas e também alguns DVDs pornôs. Fui até meu quarto levando esse material, foliei as revistas e comecei a assistir os filmes, aquilo foi me envolvendo de uma forma que, em questão de 15 a 20 minutos estava excitada, molhada, e ao assistir as cenas de sexo, ao ver os homens possuindo as mulheres, me via sendo pegada por meu irmão, numa transa surreal. Foi quando sem pensar nos meus atos direito, peguei meu celular e imediatamente passei um SMS pro Rubens que dizia o seguinte: “Não fale para ninguém. Hoje às 22h no meu quarto. Só será essa vez”.

Durante o dia me depilei igualzinho as garotas do vídeos, aparei minha bucetinha, deixando ralinha e bem desenhada como as delas, ajeitei meu cabelo, enfim fiz de tudo pra ficar mais bonita, e aquele desejo e tesão cada vez mais me consumia. A noite chegou e lá pelas 20h30 fui tomar banho, escutando música eletrônica, como sempre fazia. Ao sair pro meu quarto acendi a luz e com quem me deparo? Rubens! Ele estava sentado na cabeceira da cama de cueca boxer, com um copo de whisky na mão. Ao me ver pegou, a garrafa colocou um pouco mais e me ofereceu:

— Toma, vai te relaxar também.

Ao me aproximar enrolada na toalha, peguei o copo e bebi 3 goles de uma vez só, enquanto percebi o Rubens me comer com os olhos. Quando, ao entregar-lhe o copo, ele desenrolou minha toalha, me deixando apenas de calcinha na sua frente. Trocamos olhares como se os dois afirmassem que um desejava o outro. Então ele me pegou pelo braço, me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a passar os dedos na minha bucetinha, ainda molhada do banho. Afastou a calcinha de lado e massageou meu clitóris, ali já estava excitada, e ele também. Foi pegando e chupando meus seios, com os biquinhos duros de tanto tesão. Já começava a gemer, Uh!, nossa, Rubinho, que tesão!

Estava molhadinha! Ele tirou a calcinha e foi tirando a cueca boxer dele. Não acreditei no que estava vendo. Aquilo era demais pra mim, nunca tinha visto um cacete tão grande e grosso como o dele, aquilo devia ter uns 18 cm, bastante grosso. Fiquei com medo na hora, foi quando falei:

— Nossa! Isso tudo… não vou aguentar!

Ele pegou minha mão e levou até seu cacete e pediu pra que começasse a bater uma punheta. Comecei. Minha mão ficou pequena ao apalpar um pau daquele tamanho, confesso que suei frio quando comecei a sentir o pau latejando em minha mão e que aquilo seria colocando dentro de mim.

Depois de longo tempo punhetando, ele me colocou de quatro na cama e falou que ia começar a meter. Ali, novamente, me vi com enorme tesão, embora soubesse que vinha chumbo grosso por trás. Senti ele lambendo minha buceta, aquilo quase me fez gozar loucamente. Então começou a roçar a cabeça do cacete em minha entradinha. Ali, em meio ao tesão e ao nervosismo, falei pra ele usar a camisinha. Ele tentou até dizer que não precisava, mais joguei duro com ele: ou encapava o brinquedão ou nada de colocar. Como um bom menino, ele obedeceu e, de novo, estava roçando minha portinha. Aos poucos senti aquelas mãos pegarem na minha cintura e aquela cabeça grossa e roliça ganhar os grandes lábios da minha buceta. Na hora não agüentei e gritei:

— Ai! Ai! Tira! Tá doendo muito!

— Foi só a cabecinha, já já você acostuma — disse meu irmão, ofegante.

Sentia o suor frio percorrer meu corpo enquanto meu irmão forçava mais e mais o seu cacete. Foi quando ele deu uma estocada só e meteu tudo dentro de mim, me segurando pelas ancas, fazendo eu me espetar naquele mastro.

— Ai! Tá bom! Aguento mais não, tá queimando por dentro! Tira! Tira! — gritei muito alto, choramingando.

Senti as bolas dele batendo no meu corpo por trás, minha vagina tinha abocanhado aquele cacete todo pra dentro de mim e eu estava sentindo aquele vai-e-vem frenético fundo dentro de mim. Nunca tinha sentido aquela sensação de prazer e dor ao mesmo tempo. Já havia transado várias vezes na vida, mas jamais tinha enfrentado um cacete tão grande e grosso daquele jeito. Literalmente estava fodida. Meu irmão gemia igual um selvagem dando tapas na minha bunda e dizendo:

— Toma, sua vadia. Finge de certinha, mas tá se saindo como uma verdadeira vagabunda. Hum.

Aquilo só me deixava com mais tesão, ao ponto que até mijei um pouco ele de tão descontrolada que estava, fraca, de pernas bambas. Então ele tirou o pau dentro de mim. Senti-me oca por dentro, do estrago que ele havia feito em mim.

Estava de pernas abertas, foi quando ele pegou a outra camisinha e falou:

— Coloca essa outra no meu cacete, sua safada. Quem mandou você me melar? Tem mais pra você ainda!

Balbuciei que não aguentava mais, mas ele zombou de mim:

— Você nunca cavalgou num pau de homem de verdade, agora que pegou, dê conta de aguentar!

Ele sentou e me colocou pra cavalgar. Aquilo me doeu até na alma. Sentia, ao descer em seu cacete, minha bucetinha se alargar que pensei estar sendo penetrada por uma estaca. Aquele pênis grosso agora sumia dentro de mim. Eu só chorava e gritava de tesão, mas no fundo (e bem lá no fundo mesmo) estava achando bom.

E ele me colocou de ladinho e tornou a meter na irmãzinha mais uma vez. Colocou-me de frente pra meter, e de quatro mais uma vez, foi quando senti meu corpo formigar, gritei alto:

— Vou gozar! Ah…

Meu corpo tremia todo. Ele anunciou seu gozo também. Senti ele empurrar tudo e gozar lá dentro, só não colocou as bolas porque, enfim, não cabia. Ficamos ali, com ele todo enfiado dentro de mim, até que pedi a ele ajuda pra ir tomar banho, porque estava fraca. Ele me levou e me deu banho. Enfim, ele conseguiu o que queria: matar o desejo de me comer. Depois dessa, achava que mais nunca voltaria a trepar com ele. Errei feio, muita coisa rolou. O desfecho dessa noite, em outra oportunidade conto a vocês.

~~~

Esse conto foi escrito pela Patrícia Abrantes, @PatyAbrantes.

Share Button
Tocada pelo Irmão
202 votos
  1. Paulo

    Que tesão, meu Deus. Que delicia … huuuummmmmmmmmmmmm. Diferente do “Meu irmão de madrugada”, mais intenso e mais exigente, mas igualmente muito bom. Ha muita coisa que negamos mentalmente, psicologicamente, mas que, quando estamos perante a situação … acabamos por nos deixar levar pela onda do desejo e do tesão. O ser humano e, provadamente, poligamo. Mais, se pensarmos em tempos ancestrais … o incesto e pares diferentes eram o pão nosso de cada dia. E a sociedade e a forma como foi estruturada (pelo proprio homem, diga-se) que nos educa de forma diferente, mas as pulsões, essas, estão sempre presentes … porque são apenas e so naturais, fazendo parte da gênese do ser humano. Se libertarmos a mente … nem imaginam o que pode suceder …

    Responder
  2. Anônimo

    Muito bom… continue a escrever, você é bom historiador… Parabéns…

    Responder