Um Sonho de Loira

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Um Sonho de Loira
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Nós caminhávamos pelo shopping de mãos dadas. Eu nem acreditava que ela estava ali comigo. Parecia um sonho. Às vezes trocávamos carinhos discretos, nada que chamasse atenção, porém uma loira de olhos azuis e uma morena de mãos dadas sempre atraia olhares.

Ela me levou de volta para o hotel. Mal deu tempo de fechar a porta e ela já foi me empurrando para cama. Deitou-me com carinho. Encaixou-se no meio das minhas pernas e me beijou com paixão. Beijou meu pescoço, tirou minha blusa e puxou meu sutiã. Ela sugava meus seios, lambia, beijava e gemia comigo.

Eu estava de saia curta e camiseta; ela vestia uma blusa de mangas longas e uma calça jeans. Levantou minha saia e sentiu minha calcinha encharcada. Aqueles olhos azuis penetrantes, cheios de tesão, dirigiram-se aos meus.

– Ma petit, você está deliciosa assim – disse enquanto beijava minhas coxas – agora vire-se, pois quero ver essa bunda linda.

Virei e empinei. Ela gemia tão gostoso. Olhava minha bunda, arranhava e acariciava com seus seios. Curvou-se sobre mim beijando minhas costas e passando os dedos sobre minha calcinha molhada. Abriu o zíper da minha saia e tirou por cima mesmo. Ela não queria que eu saísse daquela posição. Deixou-me só de calcinha. Apertou meus seios, passando os indicadores sobre os biquinhos salientes. Deitou-me de frente, encaixou-se outra vez no meio das minhas pernas e tirou sua blusa. A cena perfeita: as mechas loiras caindo sobre os ombros e aqueles lindos seios a mostra, implorando por muitos beijos.

– São lindos! – indaguei.

Puxei-a para que pudesse dedicar-me aos dois. Lambi, mordisquei, apertei e a ouvi gemer enquanto sentia minha língua passeando por eles. Ela foi deslizando sobre meu corpo, me beijando a boca, o pescoço, a barriga, as coxas. Mordia-me e por fim beijou o alto da minha boceta, enquanto passava as unhas nas minhas pernas. Beijou meu grelo duro. Eu já estava implorando por sua língua macia. Ela me chupou, gemendo comigo. Lambia minha virilha, deslizava a língua em mim e bebia meu gozo. Eu gemia, gritava, me contorcia na cama e puxava seus cabelos. Sempre implorando por mais. Gozei uma, duas, três vezes naquela língua. Em cada gozada sentia que ela se deliciava com meu mel. Ela me dominava.

Beijou minha boca mais uma vez, me fazendo sentir meu próprio gosto. Ficou de joelhos, abaixou a calça, passou o dedo na boceta e sorriu para mim, mostrando os dedos molhados:

– Olha como você me deixou!

Não pude evitar o riso. A cara de surpresa dela em ver o gozo escorrendo era linda.

– Que delicia! Agora é minha vez. Quero provar deste mel.

Fiz com que ela deitasse. Levantei suas pernas e tirei a calça com a calcinha junto. Com as pernas ainda levantadas, segurei com uma mão enquanto passava os dedos naquela boceta linda e lisinha. Ela me pedia mais, queria minha boca, meus dedos. Lambi suas coxas, fui descendo e abrindo. Eu estava de lado, com uma de suas pernas sobre minhas costas. Ela apertava meus seios enquanto eu chupava. Lambia e passava os polegares ao redor, beijava a virilha e mordia a parte interna da coxa esquerda. Meti um dedo. Depois dois, e fui socando bem gostoso, lambendo seu grelo. Ela urrava; uivava; gozando para mim. Perdi as contas de quantas vezes gozou. Ficou molinha na cama, ainda um pouco ofegante.

Levantou e me beijou, me colocando no seu colo, deitada sobre suas pernas. Olhava-me apaixonada, acariciava-me e sorria para mim. Então acordei com o barulho da chuva na janela. Ela invade meus sonhos e me abandona assim, de repente. O gozo matinal veio rápido, e a esperança de que um dia tudo aquilo fosse real era cada vez maior.

***

Este texto foi escrito pelas lindas @ToddynhaDeUva@CarusFranciele.

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