Viagem para Ubatuba

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Meu nome é Diana, tenho 26 anos e hoje vou compartilhar uma de muitas histórias da minha infância. Nessa história estava apenas com 16 anos e já havia iniciado a minha vida sexual.

Minha família e eu sempre comemorávamos a entrada do novo ano viajando para Ubatuba. Alugamos uma casa bem grande com vários quartos e dividimos entre os membros da família. Essa divisão sempre causava briga entre os adultos, mas era facilmente resolvidas entre nós que eramos jovens. Todos os filhos, primos e irmãos ficavam no mesmo quarto, sem escolha.

Eu não achava ao todo ruim, na verdade, era ótimo. Isso me dava muito tempo para passar junto com os meus primos. Um em especial: Ricardo. Era três anos mais velho que eu, queridinho da família, jogava futebol em um time da cidade grande e arrancava milhares de suspiros de outras meninas apaixonadas. Comigo não era diferente. Moreno e bem alto, com o corpo cheio de músculos bem definidos e dono de uma voz que soava feito trovão. Sentia meus pelos se arrepiarem só com o seu olhar, mas, de alguma forma eu sabia que também mexia com ele.

Ricardo fazia questão de ser sempre simpático comigo. Atendia quase todos os meus pedidos e também sempre queria estar por perto. Era notável que se exibia, querendo mostrar todos os seus bons atributos. Aquele homem era um perigo.

Em um dia qualquer ao longo da viagem, quando todos haviam saído para tomar banho de Sol, ficamos eu e Ricardo sozinhos em casa e foi a partir deste dia que aquele jogo de sedução começou. Devido ao calor, fui tomar um banho para refrescar. Fiz questão de deixar um pouquinho da porta aberta para que ele pudesse me espiar. Eu sabia que ele o faria e por isso decidi provocá-lo. Ver aquele homem atiçado era uma das coisas que eu mais desejava. Apesar de estar entrando na puberdade, muitas partes do meu corpo já eram bastante desenvolvidas e minhas curvas bastante curiosas.

Meus cabelos eram curtos e repicados, batiam na altura do meu pescoço. Minha pele era alva e jovial. Lisa, macia e quente. Os ombros desenhavam um caminho perfeito dando continuidade aos braços. Me virei de costas para a porta, dando a Ricardo a visão da minha cintura fina e os quadris largos. Tinha as coxas grossas e uma pintinha em uma das nádegas, que ajudava a realçar minha bunda farta. Passei as mãos pelo elástico da calcinha , inclinei o quadril para trás, me empinando e mais uma vez dando a ele uma visão prigileviada do meu corpo. Enquanto me despia, levando as mãos até os joelhos sem dobrar as pernas, olhava para trás, para a porta, procurando os olhos dele que me espiavam.

Pude ouvir e sentir uma agitação do outro lado da porta. Todo aquele ritual estava criando o ambiente perfeito para o que eu queria. Em seguida, não demorei para me virar de frente para a porta e passar os dedos pelas alças do meu sutiã, abaixando-as pelos braços e fazendo os meus seios pularem para fora. Não eram grandes, mas caberiam perfeitamente na mão máscula de Ricardo e isso me excitava só de pensar. Arredondados e empinados, os mamilos, pequenos e rijos, pediam para serem chupados e mordidos por qualquer boquinha gulosa. Levei ambas as mãos até cada um deles e os ergui, como se os oferecesse e arfei de satisfação por vê-los crescerem cada vez mais.

Me virei novamente, ficando de costas para a porta e não tardei em entrar debaixo do chuveiro, para tomar uma ducha. Liguei o chuveiro com delicadeza e pude sentir a água quente tocar meu corpo e deslizar pelas minhas curvas. Era uma sensação prazerosa e muito confortável. Tomei o sabonete em mãos e o esfreguei pelo meu corpo. Arrumava sempre a melhor posição para deixar-me a vista para ele. Sentia seus olhos correrem sobre mim e não demorou muito para que eu pudesse sentir um calor enorme tomar conta de mim. Enquanto me ensaboava, fazia das minhas mãos as mãos de Ricardo me acariciando e o seu corpo quente contra o meu. Era uma delícia, aquilo mexia comigo. Sentia minha buceta molhada, mesmo estando enxarcada do banho. Ela pulsava clamando por carícias. Escorria pelas minhas pernas e me deixava maluca.

Naquele momento não conseguia mais resistir, estava entregue ao desejo e queria sentir o peso daquele homem sobre o meu corpo. Foi quando me sentei ao chão com as pernas abertas e me direcionei para a porta do banheiro. Chamei por Ricardo com o meu dedo indicador. O meu corpo todo trepidava ao imaginar o que aconteceria a seguir. Estava ansiosa. Não demorou muito para que ele percebesse que eu já sabia da sua presença ali. Então afastou a porta abrindo ela e entrou no banheiro.

Ricardo estava sem camisa e vestia apenas um calção daqueles de jogador de futebol. Podia ver suas pernas torneadas e morenas caminhando em minha direção.

– Parece que você gosta mesmo de se divertir, não é? Mas sozinha? – Ele disse, enquanto se ajoelhava a menos de dois palmos de mim. Meus olhos percorriam o corpo dele e o meu corpo inteiro chamava por aquele homem. Coloquei uma de minhas mãos sobre a minha buceta e a acariciei, olhando ele e respondi:

– Eu não aguento mais, Ricardo. Eu preciso de você dentro de mim. Vem aqui. Vem agora.

Inclinei o corpo para poder puxá-lo com o máximo de força que tinha para cima de mim. Senti o corpo dele deitar entre minhas pernas e agarrei as suas costas. Beijei aqueles lábios carnudos de uma forma selvagem e louca. Deixei mordidas por toda a boca dele e não deixei tempo para que pudesse respirar. Continuava me masturbando com os dedos enquanto o meu clitóris ficava inchado e obrigava ele a apertar e acariciar os meus seios em suas mãos.

Ricardo era muito mais experiente que eu e sabia o que estava fazendo. Ele não hesitou em colocar sua mão grande em mim e me bolinar. Apertava os meus seios e brincava com os meus mamilos rijos em sua mão. Aquilo me fazia gemer e me masturbar cada vez mais rápido e de forma mais intensa.

Tínhamos os corpos molhados e eu percorria com as mãos todas as curvas de Ricardo. Me deparei com o seu pequeno shorts, que não demorou para que estivesse fora daquele corpo moreno. Olhei para ele da forma mais safada que pude e então segurei o seu pau nas mãos. Sentia como era grande, como pulsava e as veias saltavam me desejando. Sussurrei para ele em poucas palavras:

– Vem me foder, Ricado. Vem.

E as palavras foram suficiente para que o homem ficasse louco. Ele sorriu com aquilo e jogou o seu corpo forte sobre o meu. Colocou minhas pernas entre a sua cintura e ficou esfregando o seu caralho entre os lábios vaginais da minha buceta. Estava doida para engoli-lo. Não tardou até que ele começasse a penetrar a sua vara enorme dentro de mim. Aquilo me fez gemer muito alto, enquanto minhas mãos agarravam suas costas e as arranhavam com muita força.

– Ah! Ricardo! Isso, faz assim. Mais forte!

Era tudo o que eu conseguia repetir enquanto aquele homem me possuía. Sentia o meu corpo ficar cada vez mais quente e os meus seios balançarem para cima e para baixo, assim como meu corpo enquanto com as estocadas de Ricardo, que ficavam cada vez mais violentas.

Ele puxava os meus cabelos e chupava o meu pescoço. Mordia o meu ombro e acarinhava os meus seios. Era perfeito. Podia sentir o seu caralho me invadir até o fundo na buceta e engolia ele com cada vez mais tesão.

Transamos assim por longos minutos, enquanto a água escorria quente em nossa pele. Ricardo me pediu para ficar de pé e eu apenas obedeci. Ele sentou-se sobre o vaso sanitário e me colocou em seu colo, encaixando mais uma vez a sua pica dentro da minha buceta e me fazendo pular em cima dele, quicar gostoso e cavalgar sobre seu caralho. Segurava seus ombros de maneira forte e esfregava meus seios sobre o rosto dele. Sentia sua boca me devorando o que me arrancava ainda mais suspiros.

Gritei e gemi feito uma vadia. Senti Ricardo me foder por minutos e depois o peso da sua porra me consumindo por dentro. Considero essa uma das melhores fodas da minha vida.

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